No clima de que “é preciso ter opinião para tudo nas redes sociais”, um pequeno negócio pode se sentir tentado a se posicionar sobre temas polêmicos, que vão desde igualdade de gênero até questões políticos, como ser a favor ou não de um impeachment.

Consultores ouvidor por EXAME.com concordam que tomar partido é sempre uma escolha, e não dever, de uma empresa. Portanto, deve ser algo que realmente faça sentido para o negócio. Mas, em geral, alertam, o risco não compensa.

No dia em que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou queda de 6,2% nas vendas do varejo, o pior resultado desde 2011, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, tentou minimizar os dados, pois afirmava que haveria melhora do varejo em dezembro, o que não ocorreu de fato. 

“A recuperação está consistente. O que eu disse foi que os índices antes antecedentes, indicadores de atividade no primeiro trimestre já tinham sido positivos no último. Não foi o consumo, que é a ponta da cadeia, mas os indicadores antecedentes são o início, como a produção do papel ondulado, que é usado para embalagens, pacotes, etc. e que serão usados na produção do mês seguinte no trimestre seguinte”, afirmou Meirelles, citando  outro exemplo de melhora, que é o aumento do pedágio das rodovias. 

Dúvida do leitor: Tenho uma empresa de venda de softwares. Qual é a melhor forma de comissionar os meus vendedores?

 Quando o assunto é remuneração da força de vendas, a discussão é tão ampla quanto a criatividade dos gestores em criar métodos para compensar os vendedores pelas vendas realizadas.

A recomendação importante quando você for estudar a forma de remunerar seus profissionais de vendas é criar planos de remuneração que estimulem os comportamentos para realizar os objetivos de sua empresa em termos de receitas.

Até pouco tempo atrás, sinônimos de tecnologia disruptiva eram os aplicativos de transporte, as redes sociais e as mensagens instantâneas. Ninguém nega, aliás, a revolução que essas ferramentas provocaram no dia a dia de bilhões de pessoas. Mas é somente agora que a grande disrupção ameaça ocorrer. Isso porque ela chegou tanto ao chão de fábrica (com a automação) como ao varejo. Em ambos os casos, traz uma promessa de ganhos parrudos de produtividade.

O primeiro mês de 2017 começou com queda no número de famílias endividadas no Distrito Federal, que passou de 729.847 em dezembro para 725.087 em janeiro (queda de 4,7 mil). O percentual de famílias com algum tipo de dívida na capital do País foi de 77,5%, índice menor do que o registrado no mês anterior (78,1%). É o que mostra a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do DF (Fecomércio). O estudo mostra também uma redução no número de famílias com contas em atraso, que passou de 142.455 para 133.300.