A capital do País comemora 57 anos de existência nesta sexta-feira (21), e de 1960 para cá a cidade mudou. Na maior parte desse tempo, a Câmara de Dirigentes Lojistas do Distrito Federal (CDL-DF), que completou 52 anos este mês, ajudou a construir o comércio local e lutou pelos direitos dos lojistas perante o poder público.

No início, vender a prazo era uma aventura de alto risco. Os moradores vinham de fora, com a necessidade de adquirir bens, e sem nenhuma referência. Muitas vezes, estavam na cidade apenas de passagem. “O calote era comum, e os lojistas amargavam prejuízos, o que levou muitos deles à falência”, conta o atual presidente da CDL-DF, José Carlos Magalhães Pinto.

Na noite de segunda-feira (17), o secretário adjunto da fazenda do DF, Wilson José de Paula, e o secretário de economia e desenvolvimento do DF, Antônio Valdir Oliveira Filho, se reuniram com diretores, conselheiros e associados da CDL-DF na sede da entidade. O encontro buscou abordar as contas do governo com transparência e convidar os empresários a participarem da agenda pública local.

Wilson José de Paula apresentou o sistema de monitoramento de receita do DF, mostrando a arrecadação e os gastos da pasta, além do controle diário dos produtos que entram e saem da cidade, com acompanhamento individual dos produtos e relação dos itens mais comprados fora do DF, reunidos por notas fiscais, CPF e CNPJ.

Em geral gestores não pensam em algo que é essencial antes mesmo de refletir se tem a confiança da sua equipe, segundo explica a coach executiva Eva Hirsch Pontes. 

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Fonte: Exame

Com o avanço da tecnologia, sobretudo dos dispositivos móveis como notebooks, smartphones e tablets, o consumidor passou a ter interesse em se relacionar com as marcas em diversas interfaces e a qualquer momento. Antes, o e-mail e o call center eram as principais ferramentas de interação entre as empresas e seus clientes. Contudo, especialmente com a expansão das redes sociais, esses pontos de contato começaram a dividir espaço – e a atenção do consumidor – com aplicativos, assistentes virtuais inteligentes, SAC 2.0, mensageiros instantâneos, entre outras tecnologias disponíveis no mercado baseadas no conceito de Internet das Coisas.

Com essa expansão dos canais de relacionamento, o consumidor passou a desejar a eliminação entre a distância de um pedido e a sua concretização. O imediatismo tornou-se mandatório para essa nova geração de clientes, principalmente entre os Millennials (nascidos a partir da década de 1980 até meados dos anos 2000), que preferem quase sempre a interação virtual - por texto - no lugar do canal de voz. O aumento das compras pela Internet também tem participação nessa mudança de comportamento do consumidor, que agora está munido de mais informações associadas à conveniência de poder comprar sem sair de casa.

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) com consumidores negativados, ou que estiveram nesta situação nos últimos 12 meses, mostra que 17% dos entrevistados ficaram inadimplentes por terem emprestado o nome para terceiros – principalmente para amigos (31%) e irmãos (22%).

Apesar dessa prática não ser considerada adequada para as finanças, mais da metade dos entrevistados (51%) afirmou que o principal motivo para emprestar seus dados, cartão ou cheque foi o de ajudar. Para o educador financeiro do SPC Brasil e do portal Meu Bolso Feliz, José Vignoli, o dilema de quem empresta o nome a terceiros é compreensível, mas a situação raramente termina bem: “É difícil dizer não a amigos ou parentes, mas é preciso lembrar que talvez essa pessoa esteja pedindo ajuda porque não pôde comprovar sua renda ou então porque não conseguiu pagar uma dívida anterior. Seja qual for o motivo, o risco de que não consiga honrar o compromisso sempre existe”, afirma.