O desemprego atingiu níveis recordes este ano e, atualmente, afeta mais de 14 milhões de pessoas no País, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A crise econômica vivenciada especialmente nos últimos dois anos também afetou o comércio. Mesmo assim, o setor continua em alta e, no Distrito Federal, é o que mais emprega a população.

Segundo a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílio (PDAD) do DF, feita pela Companhia de Planejamento do DF (Codeplan), 27,6% da população ocupada trabalha no varejo. Em janeiro deste ano, o nível de ocupação do comércio cresceu 2,5%, o que equivale a 6 mil novos empregos. Em maio, mais 17 mil postos de trabalho foram criados (3 mil a mais que em abril). Os setores que mais empregaram foram serviços (2,2%) e comércio (1,3%).

Para o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas do Distrito Federal (CDL-DF), José Carlos Magalhães Pinto, os números mostram o quanto o varejo tem sido resiliente, mesmo em meio à dificuldade. “No caso específico do DF, outras variantes se somam à desaceleração da economia neste semestre, como o racionamento de água e o aumento no preço das passagens de ônibus. Tudo isso afeta diretamente o comércio, e mesmo assim continuamos na frente nesse processo de recuperação”, ressalta.

O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas do Distrito Federal (CDL-DF), José Carlos Magalhães Pinto, participou na última quinta-feira (29) de reunião na Caixa Econômica Federal, uma das principais instituições financeiras do Brasil, para negociar parcerias. Também estiveram presentes representantes da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

 

Foi marcada para esta sexta-feira, 30, a segunda greve geral do ano no Brasil, que atinge ao menos 14 estados e o Distrito Federal. Segundo sindicalistas de alguns setores importantes da economia (como o de transportes), principais responsáveis pela convocação, além de protestos, haverá paralisação de serviços. O comércio, no entanto, funciona normalmente.  

A medida provisória que regulamenta a diferenciação de preços, MP 764/2016, já está valendo como lei. A sanção presidencial ocorreu na manhã de segunda-feira (26), no Palácio do Planalto. A cerimônia, que marca um antigo pleito do varejo, contou com a participação do presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas do DF (CDL-DF), José Carlos Magalhães Pinto, além de representantes de diversas entidades de classe do setor.

O presidente da CDL-DF, José Carlos Magalhães Pinto, enviou ofício ao diretor-geral do Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans), Léo Carlos Cruz, solicitando a implantação de linhas de ônibus no trecho 17 do SIA, onde fica a sede da entidade. A região conta com aproximadamente 2.700 empregados em quase 150 empresas, dos quais 40 são funcionários da CDL-DF.


Os trabalhadores das empresas locais, bem como as pessoas que circulam na região, enfrentam enormes dificuldades de deslocamento por causa da escassez de transporte público. O problema também é vivenciado pela comunidade consumidora, que, ante a falta de ônibus, busca alternativas fora do trecho 17, gerando forte impacto para o comércio local. A CDL-DF ressalta que o problema interfere na igualdade de condições de concorrência de mercado – essa, aliás, tem sido uma das principais queixas das empresas associadas à entidade que têm sede na região.