A pandemia de Covid 19 acelerou e consolidou um conjunto de tendências que já estavam previstas no horizonte da economia e levou as micro e pequenas empresas a um processo de intensas mudanças. Forçados pela crise, os empreendedores precisaram repensar os seus modelos de negócio, digitalizar suas vendas e otimizar sua produtividade. Para 2022, o cenário ainda é de cautela, embora exista uma tendência de crescimento, em especial em alguns segmentos mais seriamente atingidos pela pandemia, como turismo e economia criativa. Essas foram algumas análises feitas pelo economista José Roberto Mendonça de Barros e pelo presidente do Sebrae, Carlos Melles, durante o debate online promovido pelo Jornal Valor Econômico, na noite desta quarta-feira (3). O objetivo da live foi debater o tema “Pequenos negócios: cenário econômico e desafios para 2022”.

Não há como negar que a transformação digital, que já estava em curso últimos anos, foi acelerada pela pandemia. Do comércio à construção civil, a digitalização de processos pôde ser observada nos mais diversos setores ao longo dos últimos meses – mas fica ainda mais evidente quando olhamos para a área da comunicação.

Do ano passado para cá, a tecnologia, que já estava presente em muitos processos no cotidiano das pessoas, ganhou ainda mais força. O e-commerce surgiu no começo dos anos 2000 e hoje as facilidades e o conforto se ampliaram. Há venda on-line de todo tipo de produto, além da disponibilidade de contratar serviços de qualquer forma de entrega, de flores a produtos para pets.

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (7) a Medida Provisória 1057/21, que reedita programa de crédito pelo qual os bancos fazem empréstimos sob seu risco em troca de créditos presumidos a serem usados para diminuir tributos. O texto seguirá agora para o Senado.

O quarto trimestre é marcado por datas estratégicas para o varejo. Dia das Crianças, Natal, Ano Novo e, nos últimos anos, a Black Friday costumam salva o caixa de muita empresa e o bolso de trabalhadores que amargam o desemprego. Com o avanço da imunização nacional contra a COVID-19 e a aproximação das datas mais lucrativas do ano, é certo que 2021 deverá assistir ao aumento por demandas por contratações temporárias.