Na contramão do que muita gente pensa, um profissional altamente produtivo não é o que resolve um grande número de tarefas em pouco tempo; na verdade, é aquele que sabe selecionar as poucas atividades que merecem sua atenção — e não desiste até que estejam concluídas.

Entender essa diferença conceitual é o primeiro passo para alavancar o seu rendimento e ter sucesso em um mercado de trabalho cada vez mais exigente, explica Brian Tracy, especialista em administração do tempo e autor do best-seller “Comece pelo mais difícil” (Sextante, 2017

De tudo que você quiser fazer da sua vida, e graças a Deus cada vez existem mais possibilidades, o empreendedorismo certamente é um dos caminhos mais difíceis. Apesar de muitas vezes a imaginação da maioria tem outra ideia ao verem em revistas e histórias de grandes empresários e suas aquisições.

O detalhe é que quando começam a levar mais a sério a questão e se movimentar para empreender, a cobra-fuma, o bicho pega, ou qualquer gíria que você use para destacar que a encrenca é pesada.

Em geral gestores não pensam em algo que é essencial antes mesmo de refletir se tem a confiança da sua equipe, segundo explica a coach executiva Eva Hirsch Pontes. 

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Fonte: Exame

Com o avanço da tecnologia, sobretudo dos dispositivos móveis como notebooks, smartphones e tablets, o consumidor passou a ter interesse em se relacionar com as marcas em diversas interfaces e a qualquer momento. Antes, o e-mail e o call center eram as principais ferramentas de interação entre as empresas e seus clientes. Contudo, especialmente com a expansão das redes sociais, esses pontos de contato começaram a dividir espaço – e a atenção do consumidor – com aplicativos, assistentes virtuais inteligentes, SAC 2.0, mensageiros instantâneos, entre outras tecnologias disponíveis no mercado baseadas no conceito de Internet das Coisas.

Com essa expansão dos canais de relacionamento, o consumidor passou a desejar a eliminação entre a distância de um pedido e a sua concretização. O imediatismo tornou-se mandatório para essa nova geração de clientes, principalmente entre os Millennials (nascidos a partir da década de 1980 até meados dos anos 2000), que preferem quase sempre a interação virtual - por texto - no lugar do canal de voz. O aumento das compras pela Internet também tem participação nessa mudança de comportamento do consumidor, que agora está munido de mais informações associadas à conveniência de poder comprar sem sair de casa.

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) com consumidores negativados, ou que estiveram nesta situação nos últimos 12 meses, mostra que 17% dos entrevistados ficaram inadimplentes por terem emprestado o nome para terceiros – principalmente para amigos (31%) e irmãos (22%).

Apesar dessa prática não ser considerada adequada para as finanças, mais da metade dos entrevistados (51%) afirmou que o principal motivo para emprestar seus dados, cartão ou cheque foi o de ajudar. Para o educador financeiro do SPC Brasil e do portal Meu Bolso Feliz, José Vignoli, o dilema de quem empresta o nome a terceiros é compreensível, mas a situação raramente termina bem: “É difícil dizer não a amigos ou parentes, mas é preciso lembrar que talvez essa pessoa esteja pedindo ajuda porque não pôde comprovar sua renda ou então porque não conseguiu pagar uma dívida anterior. Seja qual for o motivo, o risco de que não consiga honrar o compromisso sempre existe”, afirma.

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