Empréstimos podem ser uma boa estratégia para concretizar grandes planos ou quando é preciso lidar com gastos inesperados. Também podem ser uma forma de lidar com o endividamento – a principal razão observada entre os consumidores brasileiros que recorrem aos empréstimos em bancos e financeiras. De acordo com uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), a principal finalidade do empréstimo pessoal ou consignado é o pagamento de dívidas (37%), como faturas atrasadas no cartão de crédito, prestações não pagas em lojas e até mesmo outros empréstimos adquiridos no passado.

 

Em segundo lugar aparecem o pagamento de contas básicas, como aluguel, condomínio, luz, telefone e escola (21%). A compra ou troca de um carro (16%), reforma da casa ou apartamento (14%), compra de mantimentos para casa (12%) e a realização de viagens (9%) aparecem em seguida no ranking de motivações.

Especialistas consultados na pesquisa Focus do Banco Central passaram a ver deflação em junho que, se confirmada será a primeira em 11 anos, em um ambiente de queda das perspectivas de crescimento e de inflação na economia brasileira.

 

A expectativa para os preços neste mês agora é de queda de 0,07%, contra estabilidade na semana anterior. Se confirmada, será a primeira deflação mensal desde junho de 2006, quando houve queda de 0,21%, segundo dados do IBGE.

Para estimular a criatividade de funcionários, o ambiente na empresa de Daladye Morandi tem TV com videogame, área externa e até animais. A iniciativa tem gerado resultados positivos, ao apresentar crescimento no faturamento de 30% ao ano.

Assista ao víde aqui.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

A Accenture apresentou nessa semana, durante o Ciab 2017, sua pesquisa global Distribution & Marketing Consumer, que aborda aspectos como a experiência do cliente e a transformação digital dos bancos e das empresas de serviços financeiros. O estudo mostra que 7 em cada 10 consumidores estão dispostos a utilizar serviços baseados em “robô advisor” – consultoria e serviços gerados por computador, sem orientação humana – para seus serviços bancários, de consultoria financeira e seguros.

 

  Os consumidores indicaram que os principais atrativos para o uso de plataformas robo-advice seriam a perspectiva de serviços mais rápidos (39% globalmente e 46% no Brasil) e mais baratos (31% globalmente e 30% no Brasil), além de considerarem a inteligência dos computadores mais imparcial e analítica que a dos humanos (26% globalmente e 25% no Brasil).

 

Na prática, para quem trabalha com produtos ou serviços, a dica é primeiro mostrar o valor para depois definir preço, segundo explica Eduardo Ferraz, autor do livro “Gente que convence” (Ed.Planeta), em mais um dos vídeos de carreira.

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Fonte: Exame

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