Mais da metade dos entrevistados sabe pouco ou quase nada sobre seus rendimentos, enquanto 45% ignoram valor das contas básicas, como água e luz. Perda do emprego, queda na renda e compras por impulso são maiores responsáveis por atrasos no pagamento de dívidas

O cenário macroeconômico do país tem contribuído para o alto nível de endividamento dos brasileiros, somado à falta de controle das finanças pela população. Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) aponta que dentre os principais vilões da inadimplência, os mais citados são a perda do emprego (37%), que chega a 38% nas classes C e D, a redução da renda (24%) e a falta de controle financeiro (12%).

Apesar da leve recuperação no clima de pessimismo, 81% dos consumidores avaliam que economia vai mal. Para 41%, situação é de aperto financeiro e custo de vida é citado como maior peso no orçamento

Os efeitos negativos da paralisação dos caminhoneiros na economia começam a perder força. Dados da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revelam que o Indicador de Confiança do Consumidor (ICC) registrou crescimento de 3,47% pela segunda vez consecutiva em agosto na comparação com o mês anterior. O índice atingiu 42,4 pontos ante 41,0 pontos em julho. Embora os resultados mostrem um pequeno avanço na confiança da população, o indicador não superou os 50 pontos que, segundo a metodologia, aponta a diferença entre o sentimento de confiança e de pessimismo dos consumidores.

Quando não bem controlado, o uso do crédito pode gerar um volume de compras que excede o orçamento, levando os consumidores à inadimplência. Dados de uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), apontam que 58% dos consumidores que recorreram ao crediário no último ano já ficaram negativados por atrasar prestações e 48% dos usuários de cartão de crédito por não pagarem a fatura. Por outro lado, o cheque especial (30%) foi a modalidade que menos deixou quem utiliza o serviço com nome sujo.

Envolver-se em projetos sociais, além de beneficiar quem vive em situação de vulnerabilidade, potencializa a imagem da empresa. Que tal participar do Troco por Sorrisos? Fruto de uma parceria entre a Fundação da Câmara de Dirigentes Lojistas do Distrito Federal (CDL-DF) e a Associação Brasileira de Assistência às Famílias de Crianças Portadoras de Câncer e Hemopatias (Abrace), o projeto distribui cofrinhos para doações, que você pode colocar nos caixas de pagamento da sua loja.

Disruptiva, inovadora, facilitadora… Cercada de adjetivos como esses, a economia compartilhada, também conhecida como consumo colaborativo, tem chamado atenção ao propor modelos de negócio nos quais nem sempre a dimensão monetária é a mais importante, ao menos à primeira vista. Considerada uma tendência praticamente irreversível em um mundo conectado, mais 89% dos brasileiros que já experimentaram, ao menos uma vez, algum tipo de serviço ou produto que se encaixa na lógica do consumo colaborativo ficaram satisfeitos com a experiência.