A Deloitte publicou um estudo denominado 2020 Global Marketing Trends sobre as principais tendências que devem afetar o mercado no próximo ano, ressaltando a importância das pessoas, clientes e colaboradores em um cenário de grandes transformações tecnológicas.

Em agosto, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre de 2019. Os números indicaram uma variação positiva de 0,4%. Na comparação com igual período de 2018, o indicador subiu 1,0%. O resultado foi acima das expectativas do mercado e afastou o risco de uma recessão. Agora, o governo começa a pensar em 2020, para quando espera um crescimento de 2,2%.

Conquistar a preferência do consumidor, diante da imensidão de opções disponíveis no mercado atualmente, é um desafio enfrentado pelas empresas nos mais variados setores da economia. Atingir esse objetivo, porém, não é tão simples. Mesmo quem oferece serviços e produtos de qualidade e uma experiência positiva sabe que, no fim do dia, o consumidor pode ser infiel a uma marca simplesmente por uma eventual conveniência – uma loja no caminho de casa, por exemplo.

A maioria das vendas de varejo continua sendo feita no mundo físico e até ícones do e-commerce passaram a abrir empreendimentos físicos como parte de sua estratégia de crescimento. As pessoas cada vez mais pesquisam on-line, mas a maioria ainda prefere tocar os produtos na hora de comprar. Isso não significa que as lojas poderão permanecer como eram; na verdade, devem mudar bastante. A internet deu um novo conceito para comodidade e conveniência na hora da compra. As lojas físicas devem oferecer a mesma facilidade, aliando ingredientes possíveis apenas no mundo real.

O Brasil registrou a abertura de 2,5 milhões de novas empresas em 2018, segundo a Serasa Experian. Mas o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), autarquia responsável por certificar o registro de marcas, contabilizou cerca de 204,4 mil pedidos de registro, ou seja, apenas 8,18% das novas empresas registraram suas marcas. Por que o registro de marca ainda não é uma prática tão comum entre os empresários brasileiros?

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