A saúde financeira é o alicerce de qualquer negócio. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), 60% das pequenas e médias empresas fecham antes mesmo de completar 5 anos de funcionamento. Esse cenário é ocasionado, principalmente, por falta de planejamento adequado e má organização de finanças.

Depois do boom no orçamento de marketing ao longo dos últimos anos por conta, em especial, das redes sociais, o dinheiro gasto com campanhas sofreu uma retração, segundo pesquisa da Gartner. Em 2016, 12,1% da receita das empresas eram destinadas ao marketing, caindo para 11,3% em 2017. P&G e Unilever tem destinado cada vez menos dinheiro para suas ações nas redes sociais depois de ver os retornos se estabilizarem enquanto os gastos cresciam.

Nem sempre a empresa mais amada possui o melhor produto, o melhor preço e até mesmo a melhor experiência de consumo. O que separa os negócios mais adorados pela clientela dos rejeitados é um pequeno detalhe: querer saber o que os consumidores pensam da empresa.

Todos sabemos que é preciso cuidar da imagem da empresa na internet, tanto de forma proativa quanto reativa. Construir uma boa imagem na internet e consolidar o posicionamento de seu negócio no ambiente digital é um pré-requisito básico para qualquer empresa, independentemente do porte ou do segmento do seu negócio. É imprescindível monitorar o que se diz da marca e da concorrência para poder se posicionar de maneira adequada e vantajosa no mercado.

A precificação é uma das principais tarefas dos varejistas e, quando feita de modo assertivo, acarreta ótimos resultados para o negócio. Por outro lado, se a atividade não for feita com a atenção que necessita, sérios prejuízos podem ser atribuídos ao negócio. Principalmente no Brasil, de acordo com Paulo Garcia, CEO da InfoPrice, o preço sempre foi um fato crucial na decisão de compra de um consumidor. “O Brasil sofre crises econômicas graves que, mesmo que sejam passageiras, deixam rastros na memória do consumidor”, diz.