Na hora de escolher como e onde investir, o tradicional gerente de banco e a internet figuram como as fontes de informação mais confiáveis para a maioria dos investidores brasileiros. Uma pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) realizada em parceria com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) mostra que 53% dos brasileiros que procuram informações para investir têm o hábito de buscar orientações com o gerente do banco em que são correntistas e 47% consultam a internet.

As plataformas de redes sociais já são parte integrante do dia-a-dia do brasileiro. Desde ler as últimas notícias, fazer contato com os amigos, verificar a agenda de eventos, as redes sociais são indispensáveis para o convívio com familiares e a troca de informações no trabalho. Mais recentemente, essas plataformas se estabeleceram como canais para o eCommerce – convergindo as linhas entre a socialização e as compras.

O varejo pode identificar quem é o consumidor que acabou de entrar na sua loja física casando informações do seu banco de dados com o de redes sociais como Facebook e LinkedIn por meio de um novo sistema de reconhecimento facial. A nova solução, desenvolvida pela Cognizant, empresa mundial de tecnologia da informação que atua no Brasil, procura otimizar a relação entre varejo e consumidor no ponto de venda físico.

Gestores de médias organizações enfrentam desafios distintos das pequenas e das grandes corporações. Executar um planejamento de longo prazo para seguir crescendo em meio a um cenário econômico instável torna-se uma grande dificuldade, agravada pela incorporação de novas tecnologias, que geram dúvidas sobre quais são as ferramentas ideais para a evolução dos negócios.

No final de agosto, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou o resultado do PIB no segundo trimestre. De acordo com o Instituto, a soma de todas as riquezas produzidas no país chegou a R$ 1,7 trilhão entre abril e julho. É muito? É pouco?