Uma data comemorativa muito importante para grande parte dos brasileiros, a Páscoa deve movimentar o comércio no final do primeiro trimestre do ano. Uma estimativa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que cerca de 103,9 milhões de brasileiros devem realizar compras para a ocasião. De acordo com a sondagem, 69% dos consumidores pretendem comprar ou já compraram presentes e chocolates para a Páscoa de 2018 – percentual acima da intenção de compras relatada em 2017 (57%). Apenas 12% não pretendem ir às compras este ano.

Como fazer os consumidores de seu negócio comprarem mais produtos e serviços seus sem precisar abrir mão das margens do seu negócio? Essa é uma pergunta de ouro para muitos varejistas.

O mercado financeiro reduziu pela sétima semana seguida a projeção para a inflação este ano. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 3,67% para 3,63%, de acordo com o boletim Focus, publicação semanal do Banco Central (BC) sobre os principais indicadores econômicos.

Nos dias de hoje, a necessidade que as empresas têm de utilizar um planejamento tributário para encontrar mecanismos que lhes permitam diminuir os gastos com o pagamento de impostos é gigantesca. Isso porque o custo tributário para os empreendimentos costuma ser o mais importante e mais caro, por causa das multas para quem não o paga. Dessa forma, essa operacionalização tornou-se imprescindível na administração de gestões empresariais.

Analistas de mercado costumam dizer que o setor de comércio e serviços é um termômetro da economia. Com o objetivo de avaliar as principais determinantes da área a partir de meados dos anos 2000, o estudo “Panorama do Setor de Comércio e Serviços” é mais uma publicação produzida no âmbito do Programa Nacional de Desenvolvimento do Varejo (PNDV), parceria da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).