Considerando apenas as vagas formais de emprego, o setor de varejo terminou o ano passado com um saldo positivo de 62 mil postos de trabalho criados, no melhor resultado dos últimos quatro anos, conforme projeções da CNC (Confederação Nacional do Comércio). 

A Associação Brasileira de Franchising (ABF) prevê um crescimento no faturamento entre 8 e 10% para o setor ao final de 2019. A entidade crê ainda que a criação de empregos no setor deve subir 5%, o mesmo número referente à expansão da rede física (número de unidades).

Comprar online é uma tendência que ganha força ano a ano entre os consumidores. De acordo com a empresa de pesquisa de mercado eMarketer, até 2021 devem ser alcançados cerca de USD 4,9 trilhões em vendas globalmente no segmento de e-commerce, representando 17,5% do total de transações no varejo.O aumento da demanda por vendas online está atrelado a atual facilidade ao acesso à internet e a popularização dos smartphones.

A empresa de meios de pagamento Cielo informou nesta terça-feira que seu índice de vendas do varejo (ICVA) apontou no ano passado o primeiro crescimento desde 2014, avançando 2,5 por cento ante 2017, descontada a inflação.

As vendas do comércio varejista subiram 2,9% em novembro ante outubro, na série com ajuste sazonal, informou nesta terça-feira, 15, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A Black Friday foi apontada pelo instituto como motivo da alta expressiva no comércio brasileiro. O varejo teve seu melhor novembro e o segundo maior avanço mensal já registrado desde o início da série histórica, iniciada em 2000.