Dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostram que o Indicador de Demanda por Investimento da Micro e Pequena Empresa avançou 14,8 pontos em um ano, ao passar de 27,2 pontos em maio do ano passado para 42,0 em maio de 2018 — maior resultado desde o início da série histórica. A escala do índice varia de zero a 100, sendo que quanto maior o número, mais propenso está o empresário a realizar investimentos em seus negócios.

Até hoje, muito se ouve falar de “varejo do futuro”; soluções tecnológicas que prometem transformar a experiência de compra em diferentes segmentos. Paralelo às promessas e coisas que continuam só em fase de testes, outras já saíram do papel e surpreendem consumidores em todo o mundo – inclusive no Brasil.

O consumidor brasileiro continua cauteloso com o momento econômico atual, embora exista uma expectativa de melhora em um futuro próximo. Dados apurados pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostram que o Indicador de Confiança do Consumidor (ICC) recuou 2,3 pontos em maio ante janeiro de 2018, atingindo 41,3 pontos contra 43,6 do início de 2018.

A cada dia que passa fica mais evidente a importância da experiência do consumidor nos resultados de longo prazo da empresa. Não basta mais ter o melhor produto ou serviço. É necessário entregá-lo da melhor maneira o no momento correto – de uma maneira fluída e sem fricções. Essas ideias foram defendidas por três executivos da Mckinsey durante o BR Week 2018.

Tipo de crédito que tem se popularizado por meio de propagandas, o empréstimo para negativados é uma alternativa que muitos consumidores inadimplentes recorrem como última saída para honrar compromissos em atraso. Um levantamento feito em todas as capitais realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revela que 16% dos consumidores que estão ou estiveram com o CPF restrito nos últimos 12 meses admitem ter procurado instituições financeiras que prestam esse tipo de serviço. O percentual sobe para 21% entre os consumidores inadimplentes das classes A e B.