O que as empresas e profissionais devem fazer na crise! Temos visto e vivido no Brasil um constante cenário de lamentações, reclamações, busca de culpados, busca de responsáveis e bodes expiatórios para a dita crise. Tem crise? Tem! Toda crise é uma rara oportunidade de mudar! Toda mudança é altamente positiva, desde que se esteja preparado para tal.

O consumidor digital brasileiro está mais maduro e familiarizado com as mudanças tecnológicas no mercado. Um estudo feito em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) descobriu que os smartphones já são a principal ferramenta de compra para 33% dos internautas que costumam adquirir produtos pela internet. O uso do dispositivo móvel para compras é ainda maior entre o público jovem (48%), pessoas das classes C, D e E (38%) e mulheres (37%). O computador, seja um desktop ou um notebook, ainda é o instrumento mais usado na hora de adquirir produtos na internet, com 66% de preferência.

Um estudo realizado pela empresa de pesquisa GfK apontou que a categoria de Tv’s cresceu 27% em faturamento e 21% em unidades comercializadas na comparação com o mesmo período do ano anterior. A pesquisa contempla os meses entre janeiro e abril de 2018.

Assim como o cartão de crédito, o cheque especial é uma das modalidades de crédito mais populares entre os consumidores brasileiros. Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todo o país revela que 17% dos consumidores recorreram ao cheque especial nos últimos 12 meses ― sobretudo as classes A e B (29%) ―, sendo que quase a metade (46%) possui o hábito de entrar todos os meses e 20% a cada dois ou três meses. Por outro lado, 80% afirmam não ter usado o limite neste período.

O Dia do Orgulho LGBTI (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Transgêneros e Intersexuais) foi comemorado na última quinta-feira. Quando o assunto é mercado de trabalho, porém, não há muito o que se festejar: esses trabalhadores ainda são discriminados no mundo corporativo. De acordo com estudo da consultoria Santo Caos, 43% dessa população sofre com o preconceito pela orientação sexual ou pela identidade de gênero no trabalho. Outra pesquisa da empresa de recrutamento Elancers mostrou que duas a cada 10 empresas não contratariam pessoas LGBTI para cargos de chefia. Apesar de o atraso ainda ser grande, há companhias que entenderam que investir em diversidade traz mais chances de sucesso. Segundo o Banco Mundial, o custo da discriminação sexual poderia corresponder a 1,7% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.