A criação da carteira de trabalho verde e amarela – porta de entrada para jovens que o governo federal pretende implantar – poderá gerar entre 4 e 5 milhões de oportunidades no Brasil. A previsão é do 1° vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Valdeci Cavalcante, para quem a iniciativa é fruto de um momento de grande inspiração do presidente Jair Bolsonaro.

Todo início de ano, o setor de varejo se volta à Nova York, para a NRF | Retail’s Big Show – a maior feira de varejo do mundo. Desta vez, não foi diferente, as principais tendências foram apresentadas em janeiro e devem nortear o mercado nos próximos anos. Em meio a um mar de informações de diferentes setores e posicionamentos, destaca-se o conceito de Propósito e Transparência. 

As empresas adotam várias estratégias para chegar ao consumidor final: geomarketing, SMS Marketing, Marketing Multinível, Marketing de Guerrilha. Mas nenhuma dessas táticas tem-se mostrado tão eficiente como o Marketing de Recomendação — o famoso boca a boca. Afinal, nada mais convincente do que receber indicações de pessoas que comentam, de forma natural, suas experiências pessoais com determinados produtos e serviços. 

O comércio varejista fechou 2018 com 8,1 mil novas lojas. Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), esse é o saldo entre o número de estabelecimentos que fecharam e que abriram as portas. O resultado positivo vem depois de três anos com saldo negativo (mais empresas fechando as portas do que abrindo). Entre 2015 e 2017, o setor perdeu 223 mil estabelecimentos.

O País deve registrar uma melhora nos investimentos do varejo brasileiro este ano, mas ainda insuficiente para reverter o fechamento de 223 mil estabelecimentos comerciais que encerraram suas atividades durante a crise, segundo prognóstico divulgado nesta quinta-feira, 31, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).