O número de pessoas desocupadas caiu 3,7% no trimestre encerrado em setembro, atingindo 12,5 milhões de pessoas, segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Mensal (Pnad Contínua). Puxado pelo trabalho informal (sem carteira assinada), a população ocupada aumentou 1,5%, aumentando a taxa de desocupação de 11,9% para 12,4% no período, na comparação com o trimestre imediatamente anterior.

A Black Friday é reconhecida como uma das principais datas do varejo mundial – e no Brasil não é diferente. A iniciativa, que acontecerá este ano no dia 23 de novembro, é o momento em que muitos varejistas aproveitam para ampliar suas vendas, desafogar seus estoques e conquistar novos clientes.

Apenas 23% dos varejistas conseguem identificar os clientes dentro das lojas antes de fazer o checkout. Dessa fatia de um quarto do total, 13% têm maneiras de identificar os clientes assim que eles entram na loja. Outros 10%, em algum momento durante a compra.

O atendimento ao cliente sempre foi a base de uma empresa de sucesso. Área sensível e estratégica, se tornou motor de bons negócios, validando tomadas de decisões muitas vezes difíceis e mostrando novos caminhos e possibilidades. É dessa proximidade entre empresa e cliente que aprendemos o valor dos feedbacks, desenvolvemos empatia e engajamos colaboradores. Mais do que isso: é dessa relação que nasce uma cultura forte, capaz de transformar o atendimento de excelência em algo natural. Cada vez mais, atender bem precisa fazer parte do dia a dia de uma empresa. E o primeiro passo para chegar lá é estar aberto para ouvir os clientes.

Além de aprofundar os problemas financeiros, as dívidas em excesso também podem ocasionar uma série de problemas emocionais e de comportamento. Um levantamento realizado em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) descobriu que, em cada dez inadimplentes, seis (58%) passaram a se sentir mais ansiosos depois que ficaram devendo. Outros sentimentos que a maioria dos inadimplentes passou a vivenciar em algum grau foram a insegurança em não conseguir pagar as dívidas (59%) e o estresse (52%). Há ainda uma parcela considerável de devedores que passaram a se sentir angustiados (47%), com sentimento de culpa (46%) e desanimados (41%) após as pendências.