O presidente da CDL-DF, José Carlos Magalhães Pinto, enviou ofício ao diretor-geral do Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans), Léo Carlos Cruz, solicitando a implantação de linhas de ônibus no trecho 17 do SIA, onde fica a sede da entidade. A região conta com aproximadamente 2.700 empregados em quase 150 empresas, dos quais 40 são funcionários da CDL-DF.


Os trabalhadores das empresas locais, bem como as pessoas que circulam na região, enfrentam enormes dificuldades de deslocamento por causa da escassez de transporte público. O problema também é vivenciado pela comunidade consumidora, que, ante a falta de ônibus, busca alternativas fora do trecho 17, gerando forte impacto para o comércio local. A CDL-DF ressalta que o problema interfere na igualdade de condições de concorrência de mercado – essa, aliás, tem sido uma das principais queixas das empresas associadas à entidade que têm sede na região.

Cerca de 2.300 pessoas abasteceram o carro nesta quinta-feira, 1º de junho,  sem pagar impostos pelo produto, pagando R$ 2,14 o litro da gasolina. O número faz parte dos resultados da 9ª edição do Dia da Liberdade de Impostos (DLI) no Distrito Federal. A ação é promovida pela Câmara de Dirigentes Lojistas Jovem (CDL Jovem), e a iniciativa foi realizada no Distrito Federal e em mais 11 Estados, e teve como objetivo conscientizar a população sobre a elevada carga tributária brasileira.


A ação terminou às 17h29, quando o último carro foi abastecido no posto Jarjour da Asa Norte – as unidades da Asa Sul e de Taguatinga também participaram. A beneficiada foi a enfermeira Bárbara Pereira, 31 anos, que aproveitou o dia de folga no trabalho para apoiar a campanha. “Não encontramos esse preço em nenhum outro dia do ano, então vale a pena aproveitar. Mas, além disso, venho pelo protesto, pois não temos retorno em saúde ou educação com os impostos que pagamos. Desejo que mais empresários tenham interesse em aderir a esse tipo de iniciativa”, pondera.


A última data comemorativa que movimenta o comércio no primeiro semestre está chegando. O Dia dos Namorados deve injetar aproximadamente R$ 11,5 bilhões na economia do País, de acordo com levantamento feito pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Em todas as capitais, estima-se que 92 milhões de pessoas devem presentear alguém no dia 12 de junho. Em Brasília, a expectativa dos empresários é grande e a dica para os lojistas é apostar na variedade.

 


O diretor de marketing da Câmara de Dirigentes Lojistas do Distrito Federal (CDL-DF), Júlio César Alonso, lembra que, com a instabilidade no cenário político, o consumidor fica mais apreensivo com o futuro, e, consequentemente, seletivo na hora de comprar. Segundo a pesquisa, a maior parte dos compradores não planeja gastar mais que no ano passado na data – 32% planeja gastar o mesmo e 24% quer diminuir. Mas quem souber se adaptar ao cenário, não perde o cliente. “É preciso ter variedade para atender às necessidades atuais do consumidor, tanto em produtos quanto em preços”, defende. No caso da Cacau Show, franquia que Alonso gerencia em Brasília, as opções de chocolate – um dos queridinhos do Dia dos Namorados – vão de R$ 5 a R$ 500, com diversos tamanhos e formatos.

Em 2017, os brasileiros vão trabalhar aproximadamente 153 dias apenas para pagar impostos. Ou seja, na prática, é como se a população só começasse a receber seu salário, de fato, a partir de junho. A estimativa é feita pela Câmara de Dirigentes Lojistas Jovem (CDL Jovem) – com base em estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) –, que realiza este ano a 9.ª edição do Dia da Liberdade de Impostos (DLI), data em que, em Brasília, os consumidores poderão comprar gasolina a R$ 2,14 o litro, e um cliente poderá adquirir um carro 0km pelo valor quecustaria se não houvesse impostos embutidos.

A campanha pretende chamar atenção para a alta carga tributária brasileira, equivalente à de países desenvolvidos, com a diferença de aqui o retorno em serviços públicos, como saúde, educação e segurança, é muito baixo. “Mais de 40% dos rendimentos são destinados a impostos, e, em nossa opinião, esse porcentual não é razoável, especialmente porque prejudica o poder de compra dos cidadãos”, defende o coordenador da campanha DLI nacional e presidente da CDL Jovem DF, Raphael Paganini.

A segurança é uma preocupação comum a todos os comerciantes, além de ser um assunto muito presente na mídia. São comuns as notícias de assaltos e furtos em lojas, mesmo à luz do dia. Em 2016, houve cerca de 112 roubos ao varejo no Plano Piloto, segundo a Secretaria de Segurança Pública e da Paz Social. O clima de insegurança gerado por assaltos pode afastar os consumidores e trazer ainda mais prejuízo. Mas, com alguns cuidados básicos, o lojista pode evitar situações de perigo em seu estabelecimento.