Como manter as pessoas engajadas se o que se vê é acúmulo de funções e falta de dinheiro para oferecer promoções? A diretora de transição de carreira da LHH, Irene Azevedoh, mostra soluções para a equipe não deixar a peteca cair. Uma das dicas é dar aos funcionários aquilo que eles precisam para trabalhar.

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Fonte: Exame

Hoje as empresas têm nas mãos vários canais para ouvir e se comunicar com seus clientes, de um SAC até as redes sociais e aplicativos como o WhatsApp. São ferramentas de extrema importância para entender e atender às necessidades dos clientes.

Se sua empresa ainda não tem uma estratégia de como ouvir e de como atender essa necessidade, pode estar pedindo para o seu querido cliente se debandar para o seu concorrente. E mais importante do que ter um planejamento de como agir, é utilizar de forma efetiva as ferramentas que a tecnologia coloca à disposição de sua empresa.

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) com consumidores negativados, ou que estiveram nesta situação nos últimos 12 meses, investigou quais são as dívidas em atraso e o que essas pessoas estão fazendo para negociar a dívida e recuperar o crédito. Os dados mostram que quatro em cada dez inadimplentes e ex-inadimplentes (38%) tiveram o nome sujo devido ao desemprego. Outros motivos citados foram diminuição de renda (31%), empréstimo de nome para terceiros (17%) e salário atrasado não pago (10%). O valor médio da dívida de quem está ou esteve com o nome sujo é de 2.918,09 reais, sendo maior entre os homens (3.536,22 reais) e entre as pessoas das classes A e B (3.857,42 reais).

Os entrevistados têm ou tinham, em média, contas em atraso com 2,2 empresas, sendo que 1,9 fizeram registro do nome em listas de inadimplência, a negativação ocorreu em 86% dos casos. Além disso, 27% dos consumidores devem a três ou mais empresas diferentes e 64% ainda estão com nome sujo, sobretudo entre as classes C, D e E (68%).

A indústria de tecnologia de meios de pagamento já é uma das mais impactadas pelas mudanças que o consumo digital trouxe ao mundo e no dia a dia das pessoas. Estamos numa fase de transição e, períodos como esses, são determinantes para definir quais serão as empresas líderes do novo cenário econômico que se desenha.

Dentro disso, o ano de 2017 será de extrema importância para as empresas que desejam protagonizar essa transformação. A Visa é uma delas. Listei aqui as principais tendências globais que quebrarão paradigmas e revolucionarão o setor de meios de pagamentos eletrônicos no Brasil.

Na última quinta-feira (16), a capital federal recebeu o primeiro evento do Programa Nacional de Desenvolvimento do Varejo (PNDV), cujo objetivo é fortalecer o setor por meio de capacitação e da proposição de políticas públicas. A ação faz parte de convênio firmado entre a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae nacional), e ocorreu na sede da CDL-DF.

Para o presidente da entidade local, José Carlos Magalhães Pinto, o PNDV é uma excelente oportunidade para os varejistas alavancarem os negócios e conhecerem os clientes. “É uma honra sediar o lançamento em Brasília, e o programa ainda vai chegar a mais 11 capitais”, disse. O superintendente do Sebrae DF, Valdir Oliveira, ressaltou que “o modelo de negócios mudou, e mudou para melhor”, graças à tecnologia.