Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) com consumidores negativados, ou que estiveram nesta situação nos últimos 12 meses, mostra que 17% dos entrevistados ficaram inadimplentes por terem emprestado o nome para terceiros – principalmente para amigos (31%) e irmãos (22%).

Apesar dessa prática não ser considerada adequada para as finanças, mais da metade dos entrevistados (51%) afirmou que o principal motivo para emprestar seus dados, cartão ou cheque foi o de ajudar. Para o educador financeiro do SPC Brasil e do portal Meu Bolso Feliz, José Vignoli, o dilema de quem empresta o nome a terceiros é compreensível, mas a situação raramente termina bem: “É difícil dizer não a amigos ou parentes, mas é preciso lembrar que talvez essa pessoa esteja pedindo ajuda porque não pôde comprovar sua renda ou então porque não conseguiu pagar uma dívida anterior. Seja qual for o motivo, o risco de que não consiga honrar o compromisso sempre existe”, afirma.

Quem chega à unidade da rede de lanchonetes Bob’s no BarraShopping, no Rio, encontra uma plaquinha de “Faça seu pedido aqui!” em um local sem nenhum atendente. São os próprios clientes que pedem hambúrgueres, batatas e afins em um dos três tótens espalhados pelo restaurante, ou por um aplicativo desenvolvido em parceria com a Mastercard. Os funcionários estão na cozinha, ou no salão, entregando os pedidos. A exceção são dois atendentes que ficam no salão para ajudar quem ainda não se familiarizou com os tótens, função que a rede espera eliminar em breve.

A medida, afirma o Bob’s, não é para cortar custos, já que o número de funcionários é o mesmo de uma loja tradicional. A questão é agilizar o atendimento e permitir uma maior customização dos lanches. Com mais gente na cozinha, o Bob’s passou a fazer mais produtos na hora, e também permitiu uma maior customização dos pedidos. É possível, por exemplo, personalizar seu sanduíche sem tomate, com mais bacon, trocar o pão, etc. Além disso, a ideia é que, pelo aplicativo, a rede tenha acesso a um histórico dos pedidos de cada cliente, e possa fazer ofertas e promoções sob medida.

Nesta quinta-feira (13), a Câmara de Dirigentes Lojistas do Distrito Federal (CDL-DF) celebra 52 anos de trabalho na capital federal. Fundada em 1965, pouco tempo depois da inauguração de Brasília, a entidade é conhecida por fornecer informações de crédito ao comércio e por defender os interesses do varejo local perante o poder público.

 

A CDL-DF surgiu pela iniciativa do pioneiro José de Melo, que presidiu o que, a princípio, foi chamado de Clube dos Diretores Lojistas. O propósito era unir empresários locais – em um formato de organização que já existia em quase todas as outras capitais brasileiras – e fortalecer o segmento enquanto a cidade ainda se formava, criando uma entidade que os identificasse.

Em 2016, a Páscoa deixou muitos lojistas desapontados com a queda nas vendas dos ovos de chocolate. Mas neste ano, o comércio está otimista e focado em estratégias para atrair o consumidor, além de contar com um cenário mais favorável. 

 

De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a páscoa deste ano trará a primeira alta nas vendas desde 2014. A estimativa é que haja um aumento de 1,3% nas vendas de ovos de páscoa (já descontada a inflação) para o mês de abril, na comparação com 2016. Dessa forma, o período deve movimentar R$ 2,1 bilhões no País. Em 2015 e no ano passado, houve queda de 1% e 4,3%, respectivamente.

Você provavelmente já conhece de cor como são os vendedores ruins, que desanimam até o cliente mais disposto, e quais são as atitudes que comprometem qualquer venda. Porém, na hora de elencar quais são os bons exemplos, a tarefa fica mais complicada.

Por isso, fazer com que os vendedores pratiquem boas atitudes representa uma enorme oportunidade: é a chance de se diferenciar no mundo do varejo e fazer com que os consumidores sempre voltem à sua loja – o que, claro, pode animar as suas vendas. E não custa nem um centavo a mais.