Os saques de recursos das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) devem injetar R$ 792 milhões na economia do Distrito Federal, aponta projeção da Caixa Econômica Federal. A expectativa de consultores financeiros e lojistas ouvidos pelo G1 é de que o valor aqueça a economia da capital federal, mesmo que os beneficiários optem por pagar dívidas em vez de irem direto às compras.

“Com a queda da inadimplência, não tenho dúvidas, os juros dos varejistas vão cair e a economia vai melhorar”, prevê o presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas do DF (CL-DF), José Carlos Magalhães. Ele diz não ter dúvidas de que, com o dinheiro do FGTS, os brasilienses vão preferir “limpar o nome” antes de gastar, mas garante que os donos de lojas devem lucrar de toda forma.

O número de pessoas inadimplentes no país, em janeiro, manteve-se em 58,3 milhões, o mesmo número de dezembro passado. Já na comparação com o mesmo período do ano passado, houve uma incorporação de 700 mil nomes. A região Sudeste concentra o maior número de inadimplentes (24,2 milhões), seguida pelo Nordeste (15,8 milhões); Sul (8,0 milhões); Norte (5,3 milhões) e Centro-Oeste ( 5 milhões).

Os dados são do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). De acordo com o levantamento, 39% da população brasileira adulta integra a lista de devedores em atraso, que enfrentam, como consequência, dificuldades para comprar a prazo ou obter crédito.

No clima de que “é preciso ter opinião para tudo nas redes sociais”, um pequeno negócio pode se sentir tentado a se posicionar sobre temas polêmicos, que vão desde igualdade de gênero até questões políticos, como ser a favor ou não de um impeachment.

Consultores ouvidor por EXAME.com concordam que tomar partido é sempre uma escolha, e não dever, de uma empresa. Portanto, deve ser algo que realmente faça sentido para o negócio. Mas, em geral, alertam, o risco não compensa.

No dia em que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou queda de 6,2% nas vendas do varejo, o pior resultado desde 2011, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, tentou minimizar os dados, pois afirmava que haveria melhora do varejo em dezembro, o que não ocorreu de fato. 

“A recuperação está consistente. O que eu disse foi que os índices antes antecedentes, indicadores de atividade no primeiro trimestre já tinham sido positivos no último. Não foi o consumo, que é a ponta da cadeia, mas os indicadores antecedentes são o início, como a produção do papel ondulado, que é usado para embalagens, pacotes, etc. e que serão usados na produção do mês seguinte no trimestre seguinte”, afirmou Meirelles, citando  outro exemplo de melhora, que é o aumento do pedágio das rodovias. 

Dúvida do leitor: Tenho uma empresa de venda de softwares. Qual é a melhor forma de comissionar os meus vendedores?

 Quando o assunto é remuneração da força de vendas, a discussão é tão ampla quanto a criatividade dos gestores em criar métodos para compensar os vendedores pelas vendas realizadas.

A recomendação importante quando você for estudar a forma de remunerar seus profissionais de vendas é criar planos de remuneração que estimulem os comportamentos para realizar os objetivos de sua empresa em termos de receitas.

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