Dentre tantos aprendizados que 2020 trouxe para o mercado, a digitalização em conjunto com a boa experiência do cliente foram grandes aliados às incertezas dos últimos meses. Desde o começo da pandemia do coronavírus no Brasil, foi possível acompanhar mudanças significativas na forma como as empresas passaram a atender os seus consumidores e, principalmente, a se comunicarem com eles.

O ano de 2020 foi marcado pela pandemia do novo coronavírus, que trouxe consigo crise econômica e muitas incertezas. Este ano promete ser de recuperação e as empresas precisam estar prontas para monitorar cenários com precisão, analisar tendências e ter flexibilidade para agir rapidamente. Isso porque o perigo de perder o retorno, ou seja, ficar para trás, é o principal risco para os negócios atualmente.

Passado o período de festas, o início de um novo ano é um bom momento para organizar as finanças e ficar atento para não perder os prazos das obrigações da empresa, principalmente as que se referem aos microempreendedores individuais (MEI) e previstas para os primeiros meses de 2021. Somente no ano passado, 2,6milhões de MEI entraram no mercado. Considerando-se as baixas e exclusões, houve incremento líquido de mais de 1,8 milhão, totalizando 11,3 milhões de microempreendedores individuais no país.

O Banco Central (BC) adiou o início do funcionamento do Pix Cobrança – com vencimento em data futura – para 15 de março de 2021. A funcionalidade do Pix, antes prevista para começar em janeiro, possibilitará que lojistas, fornecedores, prestadores de serviços, entre outros empreendedores, possam emitir um QR Code para operações de pagamento em data futura, como um boleto. O documento virá com informações como descontos, juros e multas.

Recomendações apresentadas pela Lomadee mostram como essa época pode trazer um retorno financeiro favorável para quem trabalha com vendas on-line
O mês de dezembro carrega uma das datas mais esperadas do ano pelos vendedores digitais: o Natal. Apesar do impacto econômico causado pela pandemia, a data segue próspera para o comércio on-line, visto que números de um estudo desenvolvido pela Neotrust|Compre&Confie revelam que, no terceiro trimestre de 2020, o setor chegou a faturar R$ 33,4 bilhões, aumentando 85,1% em relação ao ano passado.

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