Dúvida do leitor: Tenho uma empresa de venda de softwares. Qual é a melhor forma de comissionar os meus vendedores?

 Quando o assunto é remuneração da força de vendas, a discussão é tão ampla quanto a criatividade dos gestores em criar métodos para compensar os vendedores pelas vendas realizadas.

A recomendação importante quando você for estudar a forma de remunerar seus profissionais de vendas é criar planos de remuneração que estimulem os comportamentos para realizar os objetivos de sua empresa em termos de receitas.

Até pouco tempo atrás, sinônimos de tecnologia disruptiva eram os aplicativos de transporte, as redes sociais e as mensagens instantâneas. Ninguém nega, aliás, a revolução que essas ferramentas provocaram no dia a dia de bilhões de pessoas. Mas é somente agora que a grande disrupção ameaça ocorrer. Isso porque ela chegou tanto ao chão de fábrica (com a automação) como ao varejo. Em ambos os casos, traz uma promessa de ganhos parrudos de produtividade.

O primeiro mês de 2017 começou com queda no número de famílias endividadas no Distrito Federal, que passou de 729.847 em dezembro para 725.087 em janeiro (queda de 4,7 mil). O percentual de famílias com algum tipo de dívida na capital do País foi de 77,5%, índice menor do que o registrado no mês anterior (78,1%). É o que mostra a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do DF (Fecomércio). O estudo mostra também uma redução no número de famílias com contas em atraso, que passou de 142.455 para 133.300.

Como sempre há esperança de luz no fim do túnel, 2017 traz para o varejo a possibilidade de recuperação das vendas, negativamente impactadas pelo cenário econômico dos últimos anos.

Com menos disposição para gastar, o consumidor está mais exigente e seletivo. Pesquisa mais, resiste mais, quer mais qualidade. Paradoxalmente, por conta da “crise”, o varejo investe menos no treinamento dos seus funcionários que, raramente, estão preparados para atender a esse novo consumidor. Nesse contexto, o dilema “Tostines vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais?” dá lugar a “investimos no time para que eles convertam mais vendas ou esperamos o aumento das vendas gerar receita suficiente para que possamos investir no time?”.

Feriados nem sempre são as datas favoritas dos lojistas, pois o comércio fecha as portas e não há faturamento nesses dias. Por outro lado, eles podem impulsionar as vendas nas semanas anteriores, e no carnaval não é diferente. Com a economia do País apresentando sinais de melhora, os comerciantes do Distrito Federal estão otimistas e esperam um resultado melhor que o de 2016, especialmente por conta do crescimento das festividades carnavalescas na capital.

Em 2015, os blocos de rua, principal atração carnavalesca da cidade, atraíram 370 mil pessoas. No ano passado, o número subiu para 870 mil, e a estimativa para 2017 é reunir 1,9 milhão de foliões, segundo a Secretaria de Cultura.