Empreendedores devem segurar a ansiedade. Uma pesquisa mostra que pequenas empresas inovadoras, as startups, conseguem deslanchar apenas depois de 11 meses, em média.

 

O levantamento foi feito pela empresa de automação financeira iugu e inclui 500 startups que são clientes da empresa. As empresas foram divididas em 32 grupos, agrupados por similaridade.

 

O Indicador de Confiança do Micro e Pequeno Empresário (ICMPE) registrou 49,8 pontos no último mês de maio, segundo dados apurados pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). O número ficou ligeiramente abaixo do observado em abril, quando marcara 51,3 pontos, mas supera os 36,6 pontos de maio do ano passado. A escala do indicador varia de zero a 100, sendo que quanto mais próximo de 100, mais confiantes estão os empresários.

 


Na avaliação dos economistas do SPC Brasil, a interrupção do crescimento da confiança dos empresários deve-se, basicamente, à lentidão do processo de retomada da economia, que tem apresentado sinais incipientes e ainda frágeis de melhora. O número também reflete o delicado equilíbrio político, ameaçado por pressões contra as reformas estruturantes propostas pelo governo. “A plena retomada da confiança depende de um mínimo de previsibilidade no cenário político e econômico, fato que ainda estamos distantes de alcançar. Há, diariamente, uma profusão de notícias bastante negativas que acabam inibindo o empresariado. Para os próximos meses, a depender da duração e intensidade da atual crise, é de se esperar uma piora dos índices de confiança para o segundo semestre”, analisa o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

Na tentativa de criar fatos positivos na economia para se contrapor às péssimas notícias na política, o governo vai liberar, em junho, pelo menos R$ 13,9 bilhões às famílias. Serão R$ 10,9 bilhões por meio das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), cujos saques para nascidos em setembro, outubro e novembro foram antecipados, e cerca de R$ 3 bilhões por meio da primeira leva de restituição do Imposto de Renda (IR), que começa em 15 de junho.


A equipe econômica acredita que esse dinheiro será suficiente para dar um novo gás à economia, que sofreu forte paralisia desde 17 de maio, quando o país tomou um choque ao ser apresentado às delações dos irmãos Joesley e Wesley Batista, do grupo JBS. Eles acusam o presidente Michel Temer de dar aval ao pagamento de propina para calar o ex-deputado Eduardo Cunha.

Os avanços na tecnologia trouxeram mudanças drásticas no comportamento e nas expectativas dos clientes. Hoje, manter-se relevante e oferecer ao consumidor experiências excepcionais em cada clique é crucial. Apesar deste cenário, muitas companhias ainda não se estruturaram tecnologicamente para conseguir atender às demandas de seus clientes. Para a CA Technologies, a perspectiva trazida pelo olhar e experiência do cliente é o fator-chave para a empresa moderna vencer os desafios e demandas do mundo digital.

“Alguém ou alguma coisa irá mudar o seu negócio, então é melhor que seja você. Uma visão focada no cliente ajudará sua empresa a identificar problemas rapidamente e entregar mais valor em seus apps por meio de multicanal”, afirma Chris Kline, vice-presidente da área de Gerenciamento de Desempenho de Aplicativos (APM) e Experiência do Cliente na CA Technologies.

Cerca de 2.300 pessoas abasteceram o carro nesta quinta-feira, 1º de junho,  sem pagar impostos pelo produto, pagando R$ 2,14 o litro da gasolina. O número faz parte dos resultados da 9ª edição do Dia da Liberdade de Impostos (DLI) no Distrito Federal. A ação é promovida pela Câmara de Dirigentes Lojistas Jovem (CDL Jovem), e a iniciativa foi realizada no Distrito Federal e em mais 11 Estados, e teve como objetivo conscientizar a população sobre a elevada carga tributária brasileira.


A ação terminou às 17h29, quando o último carro foi abastecido no posto Jarjour da Asa Norte – as unidades da Asa Sul e de Taguatinga também participaram. A beneficiada foi a enfermeira Bárbara Pereira, 31 anos, que aproveitou o dia de folga no trabalho para apoiar a campanha. “Não encontramos esse preço em nenhum outro dia do ano, então vale a pena aproveitar. Mas, além disso, venho pelo protesto, pois não temos retorno em saúde ou educação com os impostos que pagamos. Desejo que mais empresários tenham interesse em aderir a esse tipo de iniciativa”, pondera.