Nota de posicionamento: A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) reconhece o atual momento político do país e defende os avanços da modernização trabalhista, tributária e previdenciária, no Congresso Nacional, mesmo diante da crise que enfrenta o Brasil desde a última quarta-feira (17/04).

Para a entidade, que representa mais de 450 mil lojistas em todo país, as medidas são necessárias para a retomada do desenvolvimento nacional e a geração de novos postos de trabalho. “Precisamos trabalhar para que o cenário político não atinja ainda mais a economia, que já vinha apresentando sinais de recuperação. Neste momento, precisamos de serenidade para que os prejuízos sejam os menores possíveis para todo o país”, defende o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

Fonte: CNDL

A segurança é uma preocupação comum a todos os comerciantes, além de ser um assunto muito presente na mídia. São comuns as notícias de assaltos e furtos em lojas, mesmo à luz do dia. Em 2016, houve cerca de 112 roubos ao varejo no Plano Piloto, segundo a Secretaria de Segurança Pública e da Paz Social. O clima de insegurança gerado por assaltos pode afastar os consumidores e trazer ainda mais prejuízo. Mas, com alguns cuidados básicos, o lojista pode evitar situações de perigo em seu estabelecimento.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), mais de 90% das empresas constituídas no Brasil são familiares. Mas, muitas delas não estão preparadas para sucessão, um problema revelado através de números. De cada 100 empresas familiares abertas e ativas, apenas 30 sobrevivem à primeira sucessão e cinco chegam à terceira geração. Como evitar o fracasso? A coach da Effecta Coaching, Janaina Manfredini, revela que existem três peças fundamentais no processo de sucessão familiar:

As vendas do Dia das Mães cresceram este ano, revertendo desempenho negativo de anos anteriores e com o comércio eletrônico mostrando evolução acima da média, de acordo com levantamentos de empresas e organismos que acompanham o varejo nacional.

 

O crescimento ocorreu com uma combinação de melhora na confiança do consumidor ante níveis vistos no ano passado, redução da inflação, queda de juros, além da liberação de bilhões de reais em recursos de contas inativas do FGTS.

Tendências globais de estudos do varejo apontam para uma só direção: a satisfação plena do consumidor como foco de todo e qualquer negócio.

 

Parece óbvio, mas, o que se vê, nos dias atuais, ainda são empresários que buscam esse resultado com base no que eles enxergam como desejo do consumidor e não, de fato, vislumbrando o que o cliente almeja e busca.