O brasileiro vem assumindo cada vez mais compromissos financeiros e, diante do atual quadro econômico no país, passa a enfrentar dificuldades para pagar contas, como a fatura cartão de crédito e boletos no comércio. Um estudo realizado em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que os principais responsáveis pela negativação de CPFs no país são o crediário (65%) e o cartão de crédito (63%), lendo em conta seus usuários. O empréstimo pessoal em bancos ou financeiras aparece em terceiro lugar na lista dos grandes vilões da inadimplência, com 61%.

A chegada do mês de dezembro é tradicionalmente acompanhada pela expectativa com o Natal, que movimenta o comércio e também faz a alegria das crianças. Um levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que, em metade dos casos (50%), os filhos participam, em alguma medida, do processo de escolha dos presentes que vão receber dos pais. De acordo com a pesquisa, 41% dos pais compartilham com os filhos a decisão de que presente levarão para casa, ao passo que outros 9% deixam as crianças decidirem sozinhas o presente que vão ganhar. Já 47% dos entrevistados centralizam a decisão, sem permitir a participação dos filhos no processo de compra.

O bom desempenho da Black Friday de 2018 atingiu varejistas de todos os portes. Se por um lado as grandes companhias tiveram durante a edição deste ano um incremento de até 19 vezes o faturamento na venda online, os médios cresceram 10 vezes, ao passo que, entre os pequenos a alta foi de 8,7 vezes, na média. Os dados são da Linx Impulse. O indice mostra ainda que o gasto foi, em média, R$ 598. Entre itens mais buscados ficaram os eletrodomésticos, smartphones e eletrônicos. Neste ano, 23% das compras foram influenciadas por vitrines de recomendação. 

É chegada a época de fazer o balanço dos negócios e traçar as metas para o ano que vem. E em um cenário de retomada da economia e bastante competitividade, inovar e reinventar é necessário. O segredo é ter sempre em mente como atender mais e melhor os consumidores, surpreendendo-os positivamente. “No momento que vivemos agora, temos que pensar em investimento. Enxugar custos é tirar gordura, mas não devemos esquecer de investir: a crise é um momento importante para se posicionar de forma diferenciada e crescer fidelizando seus clientes”, explica Brunno Galvão, empresário e especialista em empreendedorismo.

Não é novidade que o comportamento dos consumidores mudou, e muito. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todas as capitais do país, 47% dos consumidores com acesso à internet têm o costume de pesquisar online antes de finalizar uma compra em alguma loja física.