Em 2016, a Páscoa deixou muitos lojistas desapontados com a queda nas vendas dos ovos de chocolate. Mas neste ano, o comércio está otimista e focado em estratégias para atrair o consumidor, além de contar com um cenário mais favorável. 

 

De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a páscoa deste ano trará a primeira alta nas vendas desde 2014. A estimativa é que haja um aumento de 1,3% nas vendas de ovos de páscoa (já descontada a inflação) para o mês de abril, na comparação com 2016. Dessa forma, o período deve movimentar R$ 2,1 bilhões no País. Em 2015 e no ano passado, houve queda de 1% e 4,3%, respectivamente.

Você provavelmente já conhece de cor como são os vendedores ruins, que desanimam até o cliente mais disposto, e quais são as atitudes que comprometem qualquer venda. Porém, na hora de elencar quais são os bons exemplos, a tarefa fica mais complicada.

Por isso, fazer com que os vendedores pratiquem boas atitudes representa uma enorme oportunidade: é a chance de se diferenciar no mundo do varejo e fazer com que os consumidores sempre voltem à sua loja – o que, claro, pode animar as suas vendas. E não custa nem um centavo a mais.

Não é fácil conseguir a motivação dos funcionários e, em tempos de crise, motivar torna-se ainda mais desafiador. A psicologia entende a Motivação como uma energia que coloca em movimento o ser humano, que define um padrão de comportamento, sendo, portanto, o que determina a direção a seguir rumo a um objetivo.

Embora o Brasil esteja em um momento de transformação, a crise ainda é eminente, e, neste cenário, é fundamental a toda organização agir de modo transparente, estabelecendo uma comunicação clara com seus steakholders sobre seu futuro, perspectivas e projetos.

Mesmo o e-commerce avançando exponencialmente em todo o mundo, a maior parte das vendas no varejo são geradas em lojas físicas. A loja como a conhecemos hoje tende a perder representatividade caso ela não se renove e a tecnologia é o que vai fazer esse espaço ter o seu valor, transformando a experiência de compra. Varejistas de todo o mundo já entenderam essa tendência e estão investindo em melhorias da jornada do cliente através da digitalização de todos os processos.

Segundo o mais recente estudo global sobre a Indústria do Varejo, da Zebra Technologies, os aportes em soluções estão direcionados para essa tendência com foco para dispositivos móveis no ponto de vendas para pagamentos (87%); computadores portáteis com scanners para ler códigos de barras (86%); tablets para engajamento de clientes e fornecimento de informações mais detalhadas sobre produtos (85%); e quiosques ou terminais estacionários de informações sobre preços e disponibilidade (78%).

O desejo de abrir um negócio próprio geralmente é acompanhado de muitos sonhos: ser seu próprio chefe, trabalhar quando quiser e fazer a empresa ser do seu jeito são alguns deles.

Porém, a vida de um empreendedor é menos deslumbrante do que se costuma pensar – e muitos acabam se afundando em prejuízo por pensar mais nos holofotes e nas paixões do que na viabilidade da sua ideia de negócio.