Na prática, para quem trabalha com produtos ou serviços, a dica é primeiro mostrar o valor para depois definir preço, segundo explica Eduardo Ferraz, autor do livro “Gente que convence” (Ed.Planeta), em mais um dos vídeos de carreira.

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Fonte: Exame

As vendas do comércio varejista subiram 1% em abril ante março, na série com ajuste sazonal, informou nesta terça-feira (13/6) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O registro é o mais alto para o mês desde 2006, quando o índice avançou 1,1%. Em abril de 2008, o indicador também subiu 1%.

 

Na comparação com abril de 2016, sem ajuste sazonal, as vendas do varejo tiveram alta de 1,9% no mesmo período deste ano. Mesmo com a alta de 1%, o nível de vendas do varejo está 9,9% abaixo do pico histórico, registrado em novembro de 2014. Nesse confronto, as projeções iam de uma retração de 3% a crescimento de 1%, com mediana negativa de 1,2%. Foi a primeira alta nessa base de comparação após 24 meses seguidos de queda. As vendas do varejo restrito acumularam retração de 1,6% no ano e queda de 4,6% em 12 meses.

O número de endividados no Distrito Federal vem caindo mais rápido que a média nacional, segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). A inadimplência registrou recuo de 4,27% em maio em comparação com o mesmo mês de 2016. O restante do país teve uma queda de 4,84% no número de pessoas com contas atrasadas. Os dados foram divulgados pela Câmara de Dirigentes Lojistas do Distrito Federal (CDL/DF).
 

 

Segundo José Carlos Magalhães Pinto, presidente da CDL/DF, os resultados está relacionado a uma melhor educação financeira dos brasilienses e o pagamento em dia do governo do DF aos servidores, tanto do salário, quanto do 13º. Além disso, a liberação do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) aliviou o orçamento de muitas famílias.

O presidente da CDL-DF, José Carlos Magalhães Pinto, enviou ofício ao diretor-geral do Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans), Léo Carlos Cruz, solicitando a implantação de linhas de ônibus no trecho 17 do SIA, onde fica a sede da entidade. A região conta com aproximadamente 2.700 empregados em quase 150 empresas, dos quais 40 são funcionários da CDL-DF.


Os trabalhadores das empresas locais, bem como as pessoas que circulam na região, enfrentam enormes dificuldades de deslocamento por causa da escassez de transporte público. O problema também é vivenciado pela comunidade consumidora, que, ante a falta de ônibus, busca alternativas fora do trecho 17, gerando forte impacto para o comércio local. A CDL-DF ressalta que o problema interfere na igualdade de condições de concorrência de mercado – essa, aliás, tem sido uma das principais queixas das empresas associadas à entidade que têm sede na região.

Abrir uma franquia traz riscos menores pelo fato de se tratar de uma marca conhecida no mercado e, por isso, faz mais sucesso em períodos de crise. No entanto, é necessário motivar a equipe.

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Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios