Envolver-se em projetos sociais, além de beneficiar quem vive em situação de vulnerabilidade, potencializa a imagem da empresa. Que tal participar do Troco por Sorrisos? Fruto de uma parceria entre a Fundação da Câmara de Dirigentes Lojistas do Distrito Federal (CDL-DF) e a Associação Brasileira de Assistência às Famílias de Crianças Portadoras de Câncer e Hemopatias (Abrace), o projeto distribui cofrinhos para doações, que você pode colocar nos caixas de pagamento da sua loja.

Quando não bem controlado, o uso do crédito pode gerar um volume de compras que excede o orçamento, levando os consumidores à inadimplência. Dados de uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), apontam que 58% dos consumidores que recorreram ao crediário no último ano já ficaram negativados por atrasar prestações e 48% dos usuários de cartão de crédito por não pagarem a fatura. Por outro lado, o cheque especial (30%) foi a modalidade que menos deixou quem utiliza o serviço com nome sujo.

Disruptiva, inovadora, facilitadora… Cercada de adjetivos como esses, a economia compartilhada, também conhecida como consumo colaborativo, tem chamado atenção ao propor modelos de negócio nos quais nem sempre a dimensão monetária é a mais importante, ao menos à primeira vista. Considerada uma tendência praticamente irreversível em um mundo conectado, mais 89% dos brasileiros que já experimentaram, ao menos uma vez, algum tipo de serviço ou produto que se encaixa na lógica do consumo colaborativo ficaram satisfeitos com a experiência.

Com a economia em processo de recuperação, o mercado de produtos usados pode ser a oportunidade para quem planeja economizar na hora das compras e também para os que desejam se desfazer de objetos pessoais e ainda lucrar com isso. Um levantamento realizado com consumidores em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que o ranking de objetos usados mais adquiridos ao longo dos últimos 12 meses é encabeçado pelos livros (54%) e pelos automóveis e motos (43%). Outros produtos que os entrevistados também compraram de segunda-mão no último ano são os eletrônicos (38%), móveis (38%), smartphones (36%) e eletrodomésticos (36%).

Um dos desafios mais difíceis para empreendedores de PMEs – porém um dos mais importantes – é manter uma rotina diária de práticas de gestão financeira. O controle de vendas, de estoque e de fluxo de caixa pode ditar o sucesso ou o fracasso de um negócio. E o segredo para o bom desempenho pode estar no uso da tecnologia.