Na última terça-feira, 7, a Câmara de Dirigentes Lojistas do Distrito Federal (CDL-DF) doou três mil produtos de higiene pessoal ao GDF. Os itens serão encaminhados a entidades e pessoas em situação de vulnerabilidade social. A ação faz parte de uma campanha de solidariedade que envolve o GDF, o setor produtivo e a sociedade civil. A expectativa é que se estenda pelos próximos 90 dias ou enquanto durar a pandemia no Distrito Federal.

Menos de um mês após a confirmação do primeiro caso do coronavírus no Brasil, segmentos do comércio já começaram a sentir o impacto da pandemia na desaceleração do consumo. Alguns estados chegaram a decretar o fechamento de lojas e shoppings. Dados estimados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) apontam que, depois de crescer perto de 1% em 2017, 2018 e 2019, o PIB brasileiro pode sofrer uma perda de R$ 56 bilhões.

O governo federal vai liberar uma nova rodada de saques do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Trabalhadores poderão sacar um salário mínimo (1.045 reais) de contas ativas e inativas do FGTS. A autorização foi publicada em na Medida Provisória 946/2020 na noite de terça-feira, 7. A movimentação extra do fundo será permitida entre os dias 15 de junho e 31 de dezembro. A medida vinha sendo estudada pelo governo para estimular a economia durante a pandemia do coronavírus.

A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) considera um retrocesso a decisão do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), que condicionou a validade dos acordos de redução de salário e jornada de funcionários de empresas privadas, à manifestação de sindicatos. A decisão foi tomada em uma ação contra a Medida Provisória 936/20, do governo federal, que permite, entre outras medidas, a suspensão de contrato de trabalho por até 60 dias e também a redução de até 70% do salário, com acesso do trabalhador à um benefício com base no seguro-desemprego.

A pandemia do novo coronavírus (Covid-19) declarada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) provocou impactos importantes sobre os pequenos negócios, mas há opções criativas para manter as vendas de produtos e serviços. Ótimos espaços para atrair, engajar e converter, o uso de ações de marketing em redes sociais é uma boa opção para aqueles que nunca precisaram vender online, mas que agora, com as portas de estabelecimentos comerciais fechadas, precisam se adaptar rapidamente a atual realidade do país.