Como fazer os consumidores de seu negócio comprarem mais produtos e serviços seus sem precisar abrir mão das margens do seu negócio? Essa é uma pergunta de ouro para muitos varejistas.

Nos dias de hoje, a necessidade que as empresas têm de utilizar um planejamento tributário para encontrar mecanismos que lhes permitam diminuir os gastos com o pagamento de impostos é gigantesca. Isso porque o custo tributário para os empreendimentos costuma ser o mais importante e mais caro, por causa das multas para quem não o paga. Dessa forma, essa operacionalização tornou-se imprescindível na administração de gestões empresariais.

O mercado financeiro reduziu pela sétima semana seguida a projeção para a inflação este ano. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 3,67% para 3,63%, de acordo com o boletim Focus, publicação semanal do Banco Central (BC) sobre os principais indicadores econômicos.

Analistas de mercado costumam dizer que o setor de comércio e serviços é um termômetro da economia. Com o objetivo de avaliar as principais determinantes da área a partir de meados dos anos 2000, o estudo “Panorama do Setor de Comércio e Serviços” é mais uma publicação produzida no âmbito do Programa Nacional de Desenvolvimento do Varejo (PNDV), parceria da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Compra de equipamentos, reforma da empresa e ampliação de estoque lideram ranking dos investimentos. Somente 10% dos empresários têm intenção de contratar crédito nos próximos três meses

Dados apurados pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) mostram que o Indicador de Demanda por Investimento avançou 6,4 pontos em 12 meses, passando de 34,3 pontos em fevereiro de 2017 para 40,7 pontos em fevereiro de 2018. Apesar do crescimento, o resultado ainda é considerado modesto. Quanto mais próximo de 100, maior o apetite para promover investimentos nos próximos três meses; quanto mais distante, menor é o apetite.