Depois do boom no orçamento de marketing ao longo dos últimos anos por conta, em especial, das redes sociais, o dinheiro gasto com campanhas sofreu uma retração, segundo pesquisa da Gartner. Em 2016, 12,1% da receita das empresas eram destinadas ao marketing, caindo para 11,3% em 2017. P&G e Unilever tem destinado cada vez menos dinheiro para suas ações nas redes sociais depois de ver os retornos se estabilizarem enquanto os gastos cresciam.

Todos sabemos que é preciso cuidar da imagem da empresa na internet, tanto de forma proativa quanto reativa. Construir uma boa imagem na internet e consolidar o posicionamento de seu negócio no ambiente digital é um pré-requisito básico para qualquer empresa, independentemente do porte ou do segmento do seu negócio. É imprescindível monitorar o que se diz da marca e da concorrência para poder se posicionar de maneira adequada e vantajosa no mercado.

Nem sempre a empresa mais amada possui o melhor produto, o melhor preço e até mesmo a melhor experiência de consumo. O que separa os negócios mais adorados pela clientela dos rejeitados é um pequeno detalhe: querer saber o que os consumidores pensam da empresa.

A precificação é uma das principais tarefas dos varejistas e, quando feita de modo assertivo, acarreta ótimos resultados para o negócio. Por outro lado, se a atividade não for feita com a atenção que necessita, sérios prejuízos podem ser atribuídos ao negócio. Principalmente no Brasil, de acordo com Paulo Garcia, CEO da InfoPrice, o preço sempre foi um fato crucial na decisão de compra de um consumidor. “O Brasil sofre crises econômicas graves que, mesmo que sejam passageiras, deixam rastros na memória do consumidor”, diz.

Embora o país tenha superado, ao menos tecnicamente, a recessão econômica, as consequências da crise ainda se mostram presentes em diversos aspectos do dia a dia da população. Um estudo realizado em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que passou de 57% para 64% o percentual de consumidores que recorreram a alguma forma de trabalho extra ou bicos para complementar a renda no primeiro semestre deste ano. Nas classes C, D e E, a proporção salta para 70% dos entrevistados.