A CDL-DF e representantes do setor produtivo do DF (Fecomercio, Sebrae e Fibra) estiveram nesta segunda-feira no Palácio do Buriti com o governador Ibaneis para pedir medidas que preservem a atividade empresarial e a manutenção de emprego, renda e arrecadação frente ao avanço do coronavírus. O setor de serviços - bares, restaurantes, hotelaria, eventos e demais atividades de entretenimento - foi eleito como prioritário pelos empresários para ser contemplado com medidas emergenciais de natureza fiscal e creditícia, como por exemplo diminuição da alíquota do ICMS de 18 para 17%. 

Com o avanço contínuo das tecnologias, a capacidade de oferecer uma experiência agradável em todos os canais, desde o pedido inicial até o processo de entrega, é essencial para os varejistas. Mesmo sendo uma estratégia de importância, algumas empresas ainda não adotam as ferramentas necessárias para disponibilizar essa troca com o cliente. De acordo com uma pesquisa recente de Engajamento do Cliente, realizada pela enVista, 95% dos varejistas planejam ter uma única plataforma de comércio implementada em três anos.

Este ano será composto por mais feriados em dias úteis do que em 2019. Muitas das datas acontecem próximo aos finais de semana, totalizando seis feriados prolongados, dentre os nove totais. Para quem gosta de viajar, a notícia é muito atrativa, no entanto, muitos comerciantes não podem dizer o mesmo.

O início de um novo ano é um bom momento para se planejar e construir estratégias que podem fazer a diferença no sucesso do seu negócio. A prospecção de novos clientes, por exemplo, deve fazer parte da rotina da empresa e, se bem planejada, é capaz de gerar resultados positivos ao longo do ano.Os donos de pequenos negócios devem ficar atentos às oportunidades de vendas que aparecem no começo do ano e aproveitá-las para fidelizar novos clientes. Para isso, o empreendedor deve se manter atualizado sobre o mercado em que atua e não deixar de acompanhar as tendências. Também é importante conhecer bem o perfil do seu consumidor para atrair o público certo para o negócio.

Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em convênio com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com pessoas que estão sem trabalho, revela que os desempregados brasileiros já estão há um ano e três meses, em média, sem ocupação formal. O levantamento mostra ainda que 51% dos entrevistados estariam dispostos a receber menos que a remuneração do último emprego, sobretudo por que precisam voltar ao mercado de trabalho (19%). Outros 18% argumentam que o que importa neste momento é arranjar um emprego para pagar as despesas, enquanto 13% afirmam ser mais fácil procurar oportunidades melhores quando se está empregado.