Falar sobre dinheiro tem sido uma rotina cada vez mais frequente entre as famílias brasileiras. É o que revela uma pesquisa feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com o Banco Central do Brasil (BCB). Os dados mostram que 85% dos entrevistados conversam em casa sobre o orçamento, sendo que metade (51%) discute com frequência – número que cresceu 7 p.p. em relação ao ano passado – e 21% apenas quando a situação financeira não está boa. Apenas 15% assumem não tocar no assunto.

Ao colocar o cartão em uma maquininha, o consumidor vai se deparar com mais uma maneira de pagar as compras no crédito: o crediário. A modalidade, anunciada na última semana pela associação de empresas do setor, vai permitir o alongamento de prazos de pagamento, que poderão chegar a 36 meses, e deve facilitar a vida dos lojistas.

Na última segunda-feira, 1, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, assinou a LC Federal 160/2017 e o projeto de lei que extingue o DIFAL (Diferencial de Alíquota). A cerimônia foi no Palácio do Buriti e contou com a presença de representantes de entidades do varejo e do atacado.

O grande destaque da edição de abril da revista Varejo S.A é uma das conquistas para o setor varejista e os consumidores brasileiros: a aprovação do novo Cadastro Positivo no Congresso Nacional. Esse é um passo comemorado pela CNDL e pelos 500 mil empresários que a entidade representa.

As compras efetuadas via smartphones corresponderam a mais de 1/3 do total de pedidos do comércio eletrônico no Brasil em 2018, aponta a Ebit | Nielsen, consultoria sobre o comércio eletrônico brasileiro. No ano passado, em média, 35% dos pedidos (40,3 milhões) e 31,3% do faturamento do setor (R$16,7 bilhões) foram provenientes do m-commerce, como é chamada a venda online realizada via dispositivos móveis. Os dados constam no relatório Webshoppers 39, apresentado ao mercado na última segunda-feira (25).