As vendas do comércio varejista subiram 1% em abril ante março, na série com ajuste sazonal, informou nesta terça-feira (13/6) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O registro é o mais alto para o mês desde 2006, quando o índice avançou 1,1%. Em abril de 2008, o indicador também subiu 1%.

 

Na comparação com abril de 2016, sem ajuste sazonal, as vendas do varejo tiveram alta de 1,9% no mesmo período deste ano. Mesmo com a alta de 1%, o nível de vendas do varejo está 9,9% abaixo do pico histórico, registrado em novembro de 2014. Nesse confronto, as projeções iam de uma retração de 3% a crescimento de 1%, com mediana negativa de 1,2%. Foi a primeira alta nessa base de comparação após 24 meses seguidos de queda. As vendas do varejo restrito acumularam retração de 1,6% no ano e queda de 4,6% em 12 meses.

O número de endividados no Distrito Federal vem caindo mais rápido que a média nacional, segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). A inadimplência registrou recuo de 4,27% em maio em comparação com o mesmo mês de 2016. O restante do país teve uma queda de 4,84% no número de pessoas com contas atrasadas. Os dados foram divulgados pela Câmara de Dirigentes Lojistas do Distrito Federal (CDL/DF).
 

 

Segundo José Carlos Magalhães Pinto, presidente da CDL/DF, os resultados está relacionado a uma melhor educação financeira dos brasilienses e o pagamento em dia do governo do DF aos servidores, tanto do salário, quanto do 13º. Além disso, a liberação do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) aliviou o orçamento de muitas famílias.

Abrir uma franquia traz riscos menores pelo fato de se tratar de uma marca conhecida no mercado e, por isso, faz mais sucesso em períodos de crise. No entanto, é necessário motivar a equipe.

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Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios

 Empreendedores devem segurar a ansiedade. Uma pesquisa mostra que pequenas empresas inovadoras, as startups, conseguem deslanchar apenas depois de 11 meses, em média.

 

O levantamento foi feito pela empresa de automação financeira iugu e inclui 500 startups que são clientes da empresa. As empresas foram divididas em 32 grupos, agrupados por similaridade.

 

O Indicador de Confiança do Micro e Pequeno Empresário (ICMPE) registrou 49,8 pontos no último mês de maio, segundo dados apurados pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). O número ficou ligeiramente abaixo do observado em abril, quando marcara 51,3 pontos, mas supera os 36,6 pontos de maio do ano passado. A escala do indicador varia de zero a 100, sendo que quanto mais próximo de 100, mais confiantes estão os empresários.

 


Na avaliação dos economistas do SPC Brasil, a interrupção do crescimento da confiança dos empresários deve-se, basicamente, à lentidão do processo de retomada da economia, que tem apresentado sinais incipientes e ainda frágeis de melhora. O número também reflete o delicado equilíbrio político, ameaçado por pressões contra as reformas estruturantes propostas pelo governo. “A plena retomada da confiança depende de um mínimo de previsibilidade no cenário político e econômico, fato que ainda estamos distantes de alcançar. Há, diariamente, uma profusão de notícias bastante negativas que acabam inibindo o empresariado. Para os próximos meses, a depender da duração e intensidade da atual crise, é de se esperar uma piora dos índices de confiança para o segundo semestre”, analisa o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

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