O comércio eletrônico está em alta no mundo inteiro, com indicadores que tendem a melhorar ainda mais neste ano. Com uma expectativa global de movimentar incríveis US$ 4 trilhões até 2025, o e-commerce vai exigir preparo por parte dos varejistas, que devem estar prontos para aproveitar mercados internacionais com grande potencial.Confira os países que mais devem movimentar o comércio eletrônico em 2019.

A gigante americana decide mergulhar no varejo brasileiro e inaugura seu maior centro de distribuição na América do Sul. A decisão gera turbulência entre concorrentes e pode redesenhar o mercado de consumo no País.

Três empresas brasileiras entraram no ranking global, organizado pela consultoria Deloitte, das 250 maiores varejistas. É a primeira vez que há essa quantidade de companhias do país na lista. As Lojas Americanas, o Magazine Luiza e a RaiaDrogasil foram as listadas. 

Considerando apenas as vagas formais de emprego, o setor de varejo terminou o ano passado com um saldo positivo de 62 mil postos de trabalho criados, no melhor resultado dos últimos quatro anos, conforme projeções da CNC (Confederação Nacional do Comércio). 

A Associação Brasileira de Franchising (ABF) prevê um crescimento no faturamento entre 8 e 10% para o setor ao final de 2019. A entidade crê ainda que a criação de empregos no setor deve subir 5%, o mesmo número referente à expansão da rede física (número de unidades).