Os números confirmam o que os brasileiros sentem no bolso há dois anos: o país vive a pior recessão de sua história. No ano passado, o Produto Interno Bruto (PIB) encolheu 3,6%, com queda generalizada em todos os setores da economia, levando o país ao mesmo nível de 2010, apontam dados divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O tombo é ligeiramente menor do que a retração de 3,8% de 2015, mas coloca o país numa crise sem precedentes. É a primeira vez que o Brasil tem dois anos consecutivos de contração no PIB desde o início da série histórica do IBGE, em 1996. Antes, isso só havia ocorrido em 1930 e 1931, quando os recuos foram de 2,1% e 3,3%, respectivamente.

A expectativa para este ano, no entanto, é positiva. Os especialistas acreditam que alguns setores podem registrar números positivos já nos primeiros três meses do ano. Para os analistas, a sequência de trimestres em retração, que configura uma recessão econômica, deve acabar no primeiro semestre. “O fundo do poço passou”, afirmou o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, que estima alta de 0,3% em 2017. “O resultado do PIB de 2016 não surpreendeu, mas reflete o passado. A retomada para 2017 já foi contratada. A safra recorde e a capacidade industrial ociosa vão sustentar o crescimento”, estimou.

A partir do dia 10 de março, os brasileiros poderão realizar saques de suas contas do FGTS classificadas como inativas em 31 de dezembro de 2015. A estimativa do governo federal é de que 30 bilhões de reais sejam injetados na economia do país, montante que representa 0,5% do PIB. No total, 30,2 milhões de trabalhadores poderão realizar os saques, sendo que 80% possuem até 1.500 reais nas contas.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) entre os entrevistados que pretendem realizar os saques, o dinheiro sacado deve ser destinado principalmente ao pagamento de dívidas (38%, sobretudo entre as classes C, D e E, 44%), pagamento contas do dia a dia (34%) e para guardar ou investir (20%, especialmente entre as classes A e B, 31%).

O número de pessoas físicas inadimplentes mostrou leve alta no mês de fevereiro, avançando 0,41% na comparação com o mesmo período de 2016, de acordo com o indicador elaborado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Apesar deste cenário de acomodação no número de negativados, os órgãos estimam que, em um ano, houve um saldo de 900 mil consumidores que passaram a fazer parte de listas de restrição de crédito. No total, 58,9 milhões de brasileiros estão negativados, contra 58,0 milhões em 2016. Isso significa que, em termos percentuais, 39,25% dos brasileiros estão com o nome sujo.

A estimativa por faixa etária indica que é entre 30 e 39 anos a maior frequência de negativados, uma vez que em fevereiro quase metade dessa população (49,85%) estava com o nome incluído em listas de proteção ao crédito– um total de 17,0 milhões de pessoas. Vale destacar ainda que uma quantidade significativa das pessoas entre 40 e 49 anos está inadimplente (46,86%, ou 12,9 milhões, em números absolutos), bem como entre os consumidores de 25 a 39 anos (46,81%, ou 8,0 milhões).

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Fonte: Exame

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