As vendas do Dia das Mães cresceram este ano, revertendo desempenho negativo de anos anteriores e com o comércio eletrônico mostrando evolução acima da média, de acordo com levantamentos de empresas e organismos que acompanham o varejo nacional.

 

O crescimento ocorreu com uma combinação de melhora na confiança do consumidor ante níveis vistos no ano passado, redução da inflação, queda de juros, além da liberação de bilhões de reais em recursos de contas inativas do FGTS.

Tendências globais de estudos do varejo apontam para uma só direção: a satisfação plena do consumidor como foco de todo e qualquer negócio.

 

Parece óbvio, mas, o que se vê, nos dias atuais, ainda são empresários que buscam esse resultado com base no que eles enxergam como desejo do consumidor e não, de fato, vislumbrando o que o cliente almeja e busca.

 

Quase 10 anos após a promulgação da lei do Programa Nota Legal no DF, muitos consumidores se perguntam se ainda vale a pena responder afirmativamente à pergunta típica dos estabelecimentos comerciais: “CPF na nota?” Os motivos de desinteresse dos clientes vão desde a diminuição do valor dos créditos recebidos em comparação ao início da concessão do benefício até o desconhecimento sobre como funciona o programa. Apesar do aumento no número de adesões — de 18,3 mil em 2010 para mais de 380 mil no ano passado —, há quem considere o valor restituído irrisório e, por isso, evite pedir o benefício em algumas situações, especialmente em compras que envolvam gastos menores. Para mudar esse cenário, o governo prevê o início de sorteios entre os usuários do programa no segundo semestre de 2017. O valor distribuído ao longo de cada ano pode chegar a R$ 10 milhões.
 

Parada em frente à gôndola de chocolates e doces de um supermercado, Maria Lana Fernandes, 13 anos, estudante, pega um tablete, olha  e devolve. Pega outro, mas também devolve. Até que, depois de algum tempo, abandona o desejo de levar o que mais gosta e põe no carrinho a barra de chocolate com preço mais em conta. Diz que a mesada está curta e a mãe proibiu a compra da marca mais cara, sua predileta desde criança.


Assim como a adolescente, a crise tem forçado muitos brasileiros a trocarem as marcas mais caras por outras mais baratas. Em 2016, pesquisa do Instituto Nielsen apontou que essa foi a primeira medida das famílias para reduzir a pressão no bolso ao consumir produtos de alimentação, higiene e limpeza, sendo que, em 2014, era a sexta opção dos brasileiros. Nos dois anos de recessão, dobrou o número de famílias que incorporaram essa prática, passando de 20% para 42%.

Uma empresa que possui um trabalho em equipe verdadeiro com certeza irá alcançar resultados melhores do que aquela em que apenas existe um agrupamento de pessoas. Mas como fazer com que seu negócio esteja no primeiro caso? Neste vídeo para empreendedores, João Roncati, diretor da People+Strategy, mostra maneiras de estimular a colaboração entre os funcionários.

Assista ao vídeo aqui.

Fonte: Exame