Especialistas consultados na pesquisa Focus do Banco Central passaram a ver deflação em junho que, se confirmada será a primeira em 11 anos, em um ambiente de queda das perspectivas de crescimento e de inflação na economia brasileira.

 

A expectativa para os preços neste mês agora é de queda de 0,07%, contra estabilidade na semana anterior. Se confirmada, será a primeira deflação mensal desde junho de 2006, quando houve queda de 0,21%, segundo dados do IBGE.

Para estimular a criatividade de funcionários, o ambiente na empresa de Daladye Morandi tem TV com videogame, área externa e até animais. A iniciativa tem gerado resultados positivos, ao apresentar crescimento no faturamento de 30% ao ano.

Assista ao víde aqui.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Na prática, para quem trabalha com produtos ou serviços, a dica é primeiro mostrar o valor para depois definir preço, segundo explica Eduardo Ferraz, autor do livro “Gente que convence” (Ed.Planeta), em mais um dos vídeos de carreira.

Assista ao vídeo aqui.

Fonte: Exame

A Accenture apresentou nessa semana, durante o Ciab 2017, sua pesquisa global Distribution & Marketing Consumer, que aborda aspectos como a experiência do cliente e a transformação digital dos bancos e das empresas de serviços financeiros. O estudo mostra que 7 em cada 10 consumidores estão dispostos a utilizar serviços baseados em “robô advisor” – consultoria e serviços gerados por computador, sem orientação humana – para seus serviços bancários, de consultoria financeira e seguros.

 

  Os consumidores indicaram que os principais atrativos para o uso de plataformas robo-advice seriam a perspectiva de serviços mais rápidos (39% globalmente e 46% no Brasil) e mais baratos (31% globalmente e 30% no Brasil), além de considerarem a inteligência dos computadores mais imparcial e analítica que a dos humanos (26% globalmente e 25% no Brasil).

 

As vendas do comércio varejista subiram 1% em abril ante março, na série com ajuste sazonal, informou nesta terça-feira (13/6) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O registro é o mais alto para o mês desde 2006, quando o índice avançou 1,1%. Em abril de 2008, o indicador também subiu 1%.

 

Na comparação com abril de 2016, sem ajuste sazonal, as vendas do varejo tiveram alta de 1,9% no mesmo período deste ano. Mesmo com a alta de 1%, o nível de vendas do varejo está 9,9% abaixo do pico histórico, registrado em novembro de 2014. Nesse confronto, as projeções iam de uma retração de 3% a crescimento de 1%, com mediana negativa de 1,2%. Foi a primeira alta nessa base de comparação após 24 meses seguidos de queda. As vendas do varejo restrito acumularam retração de 1,6% no ano e queda de 4,6% em 12 meses.