Uma startup que quer ganhar o mundo tem vários caminhos. Existem à disposição cerca de 200 países. O consultor Leo Uchoa dá uma dica: se a intenção é empreender em tecnologia, deve fugir do Vale do Silício.


“O Vale oferece uma série de dificuldades para as empresas brasileiras. Uma competitividade insana e um custo de vida que, muitas vezes, não vale a pena para o empreendedor brasileiro iniciando agora com a sua startup, com poucos recursos, começar justamente no Vale”, explica o consultor.

Dúvida de leitor: sou empreendedor e gostaria de obter informações sobre como criar uma empresa com o intuito de franquear. Estou no final da montagem da minha lanchonete, e quero ser um franqueador. Por onde começo?

 

Comece pelo final da montagem de sua lanchonete e não pare! Isso mesmo: abra sua lanchonete, contrate o pessoal e trabalhe muito. Erre bastante e aprenda com seus erros, aplicando correções que possibilitem colocar o negócio no rumo certo.

Foi-se o tempo em que fazer marketing na internet consistia em fazer anúncios e postar banners em sites. Hoje, há estratégias mais sutis, eficazes e até mesmo úteis para os clientes. Uma delas é o inbound marketing, ou marketing de atração. De acordo com este método, são os clientes que vão atrás das empresas e não o contrário, como acontece no marketing tradicional.

 

De acordo com André Siqueira, fundador e diretor de marketing da Resultados Digitais, a produção de conteúdo é intimamente relacionada a esse marketing de atração. “Uma das mudanças trazidas pela internet é que as empresas, hoje, podem ser canais de mídia. O próprio negócio pode criar um conteúdo atrativo, que apareça de forma relevante no Google e possa atrair mais clientes”, afirma.

Quem nunca comprou algo que não precisava e não estava nos planos? Aparentemente um ato inofensivo, isso pode se tornar um problema grande, principalmente em meio à crise econômica que o Brasil ainda está passando. A pesquisa “Uso do Crédito” realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que 37% dos consumidores admitem ter comprado algo de que não precisavam nos últimos 30 dias, devido à facilidade de crédito. Os itens mais comprados por impulso são roupas, calçados e acessórios (14%), perfumes e cosméticos (8%), idas a bares e restaurantes (6%) e smartphones (6%).

 

Na visão dos entrevistados, as lojas que mais facilitam o crédito e estimulam as compras são as virtuais (29%), seguidas dos supermercados (19%) e lojas de departamento (17%).

As altas taxas de juros cobradas pelas instituições financeiras são o principal motivo para os empresários dos ramos do comércio e serviços não buscarem crédito para investir e desenvolver seus negócios. A constatação é de uma pesquisa feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) com empresários de todos os portes nas 27 capitais. De acordo com o levantamento, entre aqueles que nunca recorreram a empréstimos e financiamentos, quatro em cada dez (38%) atribuem a decisão ao fato de considerarem os juros elevados. A burocracia no processo de aprovação de um empréstimo foi citada por 12% dos entrevistados. Outro motivo é que 44% desses empresários conseguem manter a operação da empresa com recursos próprios. No total, 58% dos varejistas nunca utilizaram, ou ao menos buscaram, crédito na forma de empréstimos ou financiamentos.