Consumidores estão procurando por novas alternativas e estimulando os varejistas a atendê-los. Além da migração para o e-commerce, os clientes estão saindo dos subúrbios, levando ao fechamento recorde de lojas nessas regiões e procuram mais valor em todas as compras.

Para ajudar o empresário a entender quem compra seu produto ou serviço e, a partir daí, o que fazer para vender, o destaque do Pequenas Empresas & Grandes Negócios desta semana é o varejo.

O Indicador de Recuperação de Crédito mensurado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todo o país apresentou um leve recuo de -0,80% no último mês de fevereiro, se considerado o acumulado em 12 meses. O número é obtido a partir das exclusões de registros de inadimplência mediante pagamento integral da dívida ou renegociação do débito. Na comparação anual, isto é, entre fevereiro de 2018 e o mesmo mês do ano passado, o recuo foi de – 0,35%.

Já não basta apenas ter um produto de qualidade e um atendimento de excelência para que uma empresa alcance o tão almejado sucesso. Isso passou a ser condição sine qua non para qualquer marca. Da loja de bairro às marcas globais, qualidade de produto, de atendimento e preço justo são essenciais para sobreviver. Se essa equação estiver solucionada, o negócio já tem 10% do caminho percorrido.

Uma pesquisa revelou que 42% dos homens são mais propensos que as mulheres a fazer compras na loja. Além disso, 31% dos consumidores do sexo masculino estão mais propensos a pagar o preço total dos produtos em vez de negociar descontos. Os números são de uma pesquisa sobre comportamento do consumidor americano, tocada pela First Insight.