Na última terça-feira, 20, o presidente da CDL-DF, José Carlos Magalhães Pinto, como conselheiro do Conselho de Desenvolvimento Econômico Sustentável e Estratégico do Distrito Federal (CODESE), e outros membros do CODESE reuniram-se com o Governador Ibaneis Rocha, o Vice-Governador Paco Britto e o Secretário de fazenda do DF, André Clemente.

Para atrair a população para o setor comercial mais antigo de Brasília, o Governo do Distrito Federal (GDF) estuda interditar a W3 Sul aos sábados e liberá-la apenas para pedestres. A possibilidade foi discutida, ontem, pelo governado Ibaneis Rocha (MDB) e a nova diretoria do Conselho de Desenvolvimento Econômico (Codese-DF), em reunião no Palácio do Buriti.

O consumo por meio de trocas e compartilhamento vem ganhando espaço no cotidiano dos brasileiros. Enquanto alguns já adotam essas práticas, muitos se veem como futuros adeptos. Um levantamento realizado em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que, em um ano, aumentou de 68% para 81% o número de brasileiros que estão dispostos a adotar mais práticas de consumo colaborativo no seu dia a dia nos próximos dois anos, percentual que se mantém próximo em todas as faixas etárias e classes sociais.

A edição de agosto da Varejo s.a. destaca sobre "O Movimento Bilionário do Mercado Ilegal", que aborda a pirataria e produtos ilegais. Outros assuntos como serviços demanda comercial no dia dos pais, a importância da união do setor público e produtivo e entre outros, também fazem parte desta edição da revista.Outro destaque é a matéria sobre a troca da população das taxas dos bancos físicos para os digitais.

 

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No último mês de junho, o número de consumidores que recorreram ao crédito cresceu 3% na comparação com maio passado. Esse avanço reflete os indícios de retomada do ambiente econômico no país. Dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revelam que o Indicador de Uso de Crédito atingiu 32,1 pontos — o maior índice desde o início da série, em 2017, quando foi registrado 27,9 pontos. Pela metodologia, o indicador varia de zero a 100, sendo que quanto mais próximo de 100, maior o uso das modalidades; quanto mais distante, menor o uso.