O mercado varejista vem passando por transformações nos últimos anos, principalmente porque o comportamento dos consumidores mudou: são cada vez mais digitais. Além disso, preocupam-se com o propósito das marcas e buscam experiências únicas. Por isso, para conquistá-los, é preciso oferecer mais que ambiente físico confortável, plataforma de e-commerce eficiente e produto de qualidade.

Andando pelo comércio de rua nos Jardins, em São Paulo, área nobre paulistana, percebo uma característica comum aos grandes centros populares de varejo: todos querem resolver um problema.

O número de pessoas inadimplentes no Distrito Federal se manteve estável no mês de julho. Houve queda de 0,57% ante o mês anterior, segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), divulgados pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) do DF.

As vendas a prazo no Dia dos Pais se mantiveram estáveis, com variação de -0,10% na comparação com o mesmo período do ano passado. É o que apontam os dados apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). O resultado do indicador reflete a lenta recuperação da economia, que ainda pesa sobre o desempenho das vendas nos setores de comércio e serviços.

A escolha por um canal – seja de atendimento, marketing ou vendas – não faz sentido nos dias de hoje. A cada ano, entram
novos consumidores no mercado, munidos de argumentos cada vez mais convincentes em defesa da omnicanalidade – os mais jovens, inclusive, nem mesmo reconhecem um mundo em que off-line e on-line não são integrados. É natural, portanto, que eles exijam a mesma postura das empresas.