Em 2017, os brasileiros vão trabalhar aproximadamente 153 dias apenas para pagar impostos. Ou seja, na prática, é como se a população só começasse a receber seu salário, de fato, a partir de junho. A estimativa é feita pela Câmara de Dirigentes Lojistas Jovem (CDL Jovem) – com base em estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) –, que realiza este ano a 9.ª edição do Dia da Liberdade de Impostos (DLI), data em que, em Brasília, os consumidores poderão comprar gasolina a R$ 2,14 o litro, e um cliente poderá adquirir um carro 0km pelo valor quecustaria se não houvesse impostos embutidos.

A campanha pretende chamar atenção para a alta carga tributária brasileira, equivalente à de países desenvolvidos, com a diferença de aqui o retorno em serviços públicos, como saúde, educação e segurança, é muito baixo. “Mais de 40% dos rendimentos são destinados a impostos, e, em nossa opinião, esse porcentual não é razoável, especialmente porque prejudica o poder de compra dos cidadãos”, defende o coordenador da campanha DLI nacional e presidente da CDL Jovem DF, Raphael Paganini.

A segurança é uma preocupação comum a todos os comerciantes, além de ser um assunto muito presente na mídia. São comuns as notícias de assaltos e furtos em lojas, mesmo à luz do dia. Em 2016, houve cerca de 112 roubos ao varejo no Plano Piloto, segundo a Secretaria de Segurança Pública e da Paz Social. O clima de insegurança gerado por assaltos pode afastar os consumidores e trazer ainda mais prejuízo. Mas, com alguns cuidados básicos, o lojista pode evitar situações de perigo em seu estabelecimento.

Em 2017, os brasileiros vão trabalhar aproximadamente 153 dias apenas para pagar os impostos. Ou seja, na prática, é como se a população só começasse a receber seu salário, de fato, a partir de junho. A estimativa é feita pela Câmara de Dirigentes Lojistas Jovem (CDL Jovem), que realiza este ano a 9.ª edição do Dia da Liberdade de Impostos (DLI).


A campanha pretende chamar atenção para a alta carga tributária brasileira, equivalente à de países desenvolvidos, com a diferença de aqui o retorno em serviços públicos, como saúde, educação e segurança, é muito baixo. “Mais de 40% dos rendimentos são destinados a impostos e, em nossa opinião, esse porcentual não é razoável, especialmente porque prejudica o poder de compra dos cidadãos”, defende o coordenador da campanha DLI nacional e presidente da CDL Jovem DF, Raphael Paganini.

Pesquisa realizada pelo Sistema de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que 73% dos brasileiros pretendem comprar presentes para celebrar o Dia das Mães – segunda data comemorativa mais importante para o varejo nacional, tanto em volume de vendas quanto em faturamento. Isso equivale a aproximadamente 109 milhões de pessoas, o que deve injetar R$ 14 bilhões nos setores de comércio e serviços. Entretanto, a maior parte dos consumidores mostra cautela na hora de definir o gasto.

Nesta quarta-feira (3), ocorreu a eleição da diretoria do Conselho de Desenvolvimento Estratégico, Social e Econômico do Distrito Federal (Codese-DF), fundado pela Câmara de Dirigentes Lojistas do Distrito Federal (CDL-DF) e por outras entidades do comércio e do setor produtivo em março deste ano.

 

Foram eleitos Paulo Muniz, da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi), e Luiz Botelho, do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF), como respectivos presidente e vice-presidente do Conselho. Fernando Brites ocupa o cargo de diretor-financeiro.