A cena se repete diariamente, Brasil afora. Consumidores e pequenos empresários que, hoje, sentam-se à frente de um gerente de banco em busca de um empréstimo encaram uma verdadeira via crúcis de exigências e juros difíceis de pagar. Os noticiários avisam que a Selic está em 6,5% ao ano, mas esse porcentual passa longe de quem efetivamente precisa de crédito, na ponta.

A união entre a tecnologia e o relacionamento para lapidar a experiência é o futuro do varejo online. E existe um ponto sensível aqui: não basta simplesmente adotar uma ferramenta, a empresa precisa melhorar os seus processos, buscar eficiência e, principalmente, colocar o consumidor no centro das suas estratégias. Isso implica conhecer seus comportamentos, e necessidades – e boa parte deles gira em torno do digital. A partir daí é que surge a necessidade da tão falada transformação digital. As empresas que não passarem por esse processo certamente ficarão para trás. A transformação digital é uma realidade.

A teoria matemática empresarial é simples: Receita – Despesa = Lucro. Este cálculo significa que para a organização ter lucratividade no final do mês os ganhos precisam estar em maior peso na balança do que os gastos. Falar é fácil, mas, na prática a realidade é outra. Entretanto, apesar dos desafios encontrados no mercado capazes de desestabilizar o empresário, é necessário fazer a conta funcionar.

O Indicador de Confiança do Consumidor (ICC), que mensura a percepção do brasileiro com a economia e com as próprias condições financeiras ficou praticamente estável no último mês de março ao apresentar 42,2 pontos. Em igual mês do ano passado, o índice se encontrava em 42,3 pontos na escala e em fevereiro de 2018, estava em 42,8 pontos. Os dados são do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), sendo que a escala do indicador varia de zero a 100 e resultados acima de 50 pontos demonstram um predomínio da percepção de otimismo.

A economia do Brasil terá um crescimento maior que o esperado, neste e no próximo ano, na visão do Fundo Monetário Internacional (FMI), puxado pela recuperação do consumo privado e dos investimentos, mas a performance do país ainda estará muito aquém da média global e das economias emergentes.